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	<title>marceloalmeida &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>marceloalmeida &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>4 Maneiras de não “Trabalhar por Reconhecimento”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloalmeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 13:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Recebi um e-mail do autointitulado setor de marketing de uma consultoria de negócios, solicitando uma reunião a respeito da renovação da identidade visual da empresa. Eles receberam uma indicação minha e se interessaram pelo meu trabalho como freelancer, gostariam de um encontro urgente. Meu senso de amor próprio entra em “alerta um” quando um cliente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-BR">Recebi um e-mail do </span><span lang="pt-BR"><i>autointitulado</i></span><span lang="pt-BR"> setor de marketing de uma consultoria de negócios, solicitando uma reunião a respeito da renovação da identidade visual da empresa. Eles receberam uma indicação minha e se interessaram pelo meu trabalho como </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR">, gostariam de um encontro urgente. Meu senso de amor próprio entra em “alerta um” quando um cliente desconhecido utiliza a palavra </span><span lang="pt-BR"><i>urgente</i></span><span lang="pt-BR">.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Fui ao escritório dele no dia seguinte, bem recebido, local bonito, pessoas trabalhando. “Recebemos tua indicação, gostamos muito do teu trabalho, vimos que tu ainda és estudante (alerta dois) e queremos muito utilizar teus conhecimentos para renovar a cara da nossa empresa”. </span></p>
<p><span lang="pt-BR">Percebendo a iminência da emboscada, preciso fazer minha jogada. Utilizei tudo o que sabia na época sobre vender meu próprio trabalho, enaltecer minhas habilidades e o quanto eu estudei para chegar naquele ponto. Mas o cliente era matreiro e, antes mesmo que eu chegasse nos valores, falou: “Então (alerta três), como podes ver essa é nossa carteira de clientes (alerta quatro, corra, esperneie, LUTE!) e nós podemos indicar teu trabalho&#8230;” – a partir dessa parte eu entrei em stand by.</span></p>
<figure id="attachment_4801" aria-describedby="caption-attachment-4801" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4801 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/06/giphy-2-1.gif" alt="não" width="500" height="213" /><figcaption id="caption-attachment-4801" class="wp-caption-text">&#8220;Não&#8221;</figcaption></figure>
<p><strong><span lang="pt-BR">Não fechei o trabalho.</span></strong></p>
<figure id="attachment_4800" aria-describedby="caption-attachment-4800" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4800 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/06/13444225_1211731432184622_1861748468_n.gif" alt="palmas" width="250" height="210" /><figcaption id="caption-attachment-4800" class="wp-caption-text">“Se reconhecimento é pagamento, me traga o cozinheiro que pagarei o jantar com palmas”</figcaption></figure>
<p><span lang="pt-BR">Ser </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR"> não é querer fama, é um estilo de vida, de trabalho, um meio de sobreviver e de utilizar seu tempo de maneira produtiva. A ausência de um local físico atrai pessoas sedentas por um trabalho gratuito, capazes de utilizar qualquer argumento que desqualifique os anos de estudo e experiência do profissional. Por isso, quero compartilhar alguns aprendizados com vocês sobre como <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-definir-preco-para-seu-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cobrar por freelas</a>. </span></p>
<h2>Como não aceitar trabalhar por reconhecimento</h2>
<p><span lang="pt-BR">Durante anos fazendo trabalhos como </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR"> de design gráfico, encontrei quatro possíveis saídas para este dilema, que podem ser utilizadas de acordo com a situação e o cliente.</span></p>
<h3>1. Não faça o trabalho</h3>
<p>“<span lang="pt-BR"><i>Ah, mas isso é óbvio”</i></span><span lang="pt-BR"> – Não é.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Nossa mente sempre calcula o custo de oportunidade de cada situação e sempre busca encontrar soluções possíveis para não perdermos algo bom de cada situação. Seduzidos pelo bom papo do cliente, somos le vados a acreditar em frutos e benefícios ainda intangíveis em um futuro distante.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Se o pagamento for em indicações, exija e marque reuniões, force a barra, afinal as obrigações precisam ser via de mão dupla. Trabalho teste? Nem pensar. Alguém já testou um restaurante para ver se paga na próxima vez?</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Quer fazer um trabalho por reconhecimento? Faça um agrado para um cliente fiel. Inicie um projeto próprio. Será recompensador.</span></p>
<h3>2. Trabalhe de graça</h3>
<p>“<span lang="pt-BR"><i>Mas tu acabou de dizer pra não fazer isso”</i></span><span lang="pt-BR"> – Calma. </span></p>
<p><span lang="pt-BR">O trabalho gratuito cabe em algumas situações – no meu caso muito utilizado para amigos e parentes. Dessa maneira você tira o peso mercadológico do trabalho, transformando-o em uma espécie de favor – e favores na mente das pessoas significa uma espécie de dívida. Pronto, você virou a mesa.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">O trabalho de graça quando bem aplicado faz com que a pessoa não saiba bem como pagar pela tua disposição de fazer o serviço, ao mesmo tempo que não pode cobrar prazos, pensará mais de uma vez antes de pedir uma refação. O saldo positivo é tal, que a dívida pode sim se transformar em indicações, pois a pessoa sentirá necessidade de te pagar de alguma forma.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Mas qual a diferença de trabalho gratuito e reconhecimento? A postura do </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR">. Antes de entrar na zona de perigo do reconhecimento, deixe claro que não vai cobrar pelo trabalho, vai quebrar esse galho, termine a conversa antes que virem a mesa. Pronto – você sai por cima, a dívida é do outro agora.</span></p>
<h3>3. Permuta</h3>
<p><span lang="pt-BR">Essa é simples, mas funciona, pois também retira a relação mercadológica. É um escambo.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Utilize este modelo de cobrança sempre que perceber a não disposição do cliente em pagar e não for vantajoso utilizar as dicas acima. Já troquei serviços por produtos, aulas de italiano, cursos. Se identificar essa oportunidade e te proporcionar alguma vantagem, faça. Mas NUNCA considere o seu serviço de menor valor que o do cliente, lembre-se que a relação é de igualdade. Se você custa mil, o cliente paga mil, ou em serviço, ou em produto.</span></p>
<h3>4. O quanto o cliente achar que vale</h3>
<p><span lang="pt-BR">Este modelo ainda estou testando, mas tem se mostrado muito interessante – me inspirei nos restaurantes europeus que não têm um preço definido por sua comida.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Quando utilizar?</i></span><span lang="pt-BR"> Clientes que já chegam reclamando da situação financeira, que esperam aquele descontão. Como não sabemos o limite máximo, ás vezes acabamos errando para baixo o orçamento. Claro que este modelo é utilizado normalmente para projetos de pequeno porte.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Como cobrar?</i></span><span lang="pt-BR"> Ao final do projeto, discrimine todo o processo, mostre a quantidade de horas trabalhadas, o número de refações, quantos jantares em família você perdeu.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Porque funciona?</i></span><span lang="pt-BR"> O cliente sabe o que é pouco ou muito dinheiro, e ficará com vergonha de oferecer pouco por vontade própria, ainda mais depois de visualizar o quanto você trabalhou para isso. Normalmente o valor pago será maior do que o valor amigo previsto no seu orçamento, e aquela dívida mental ainda permanecerá, pois ele te pagou o que podia, quem fez o favor foi você.</span></p>
<hr />
<p><em><strong><span lang="pt-BR">Espero que estas dicas ajudem. Utilizam outros meios? Nos contem nos comentários.</span></strong></em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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