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	<title>Renata de Albuquerque &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>Renata de Albuquerque &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>LinkedIn: uma super plataforma para quem vive de freela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata de Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 12:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Recursos]]></category>
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		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Na verdade, este texto poderia se chamar “O dia em que acordei com mais conexões no LinkedIn do que amigos no Facebook”. Só que achei que esse que eu escolhi era mais objetivo. Nada contra títulos evasivos ou abstratos: eu adoro uma crônica. O negócio é que às vezes precisamos ser objetivos. E este é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade, este texto poderia se chamar “O dia em que acordei com mais conexões no LinkedIn do que amigos no Facebook”. Só que achei que esse que eu escolhi era mais objetivo. Nada contra títulos evasivos ou abstratos: eu adoro uma crônica. O negócio é que às vezes precisamos ser objetivos.</p>
<p>E este é o caso. Simplesmente porque você que vive de freela, precisa entender como o LinkedIn pode lhe ajudar. Se você trabalha com comunicação, obviamente sabe o que é LinkedIn. Mas, de verdade, objetivamente, você usa o LinkedIn a seu favor?</p>
<p>Eu pergunto isso porque eu mesma não usava. Até que comecei a usar. E o primeiro resultado concreto foi que um dia eu acordei com mais conexões no LinkedIn do que amigos no Facebook. Na prática, para mim, psicologicamente, isso significou que eu finalmente estava dando mais atenção à minha vida profissional do que “perdendo tempo na rede social”, como muita gente diz – e, que fique claro, eu discordo disso, porque acho que também o Facebook é uma plataforma onde você pode fazer negócios.</p>
<p>Depois disso, muitos outros resultados vieram, todos positivos. Eu virei hard user de LinkedIn e, mais que isso, fã da plataforma. Hoje, posso dizer que sou uma evangelista de LinkedIn, porque incentivo todo mundo a usá-lo bem e muito. Porque ele realmente pode ajudar a melhorar sua vida profissional.</p>
<h2>Pulse: você já usa essa ferramenta no LinkedIn?</h2>
<p>Para mim, a grande virada do LinkedIn foi a incorporação do Pulse, em 2013, porque foi isso que abriu as portas para uma radical mudança de percepção: a de que o LinkedIn era uma plataforma de currículos online. Com o Pulse, o conteúdo virou a cereja do bolo e a estrela da festa. Por causa do Pulse, as pessoas passaram a perceber mais claramente que o LinkedIn também servia para aprender, se atualizar e descobrir coisas novas. Como conteúdo para mim é fundamental, eu comecei a frequentar muito mais o LinkedIn depois disso. No Brasil a ferramenta só começou a “bombar” em 2015 e minha primeira experiência por lá foi este <a href="https://www.linkedin.com/pulse/3-coisas-que-os-l%C3%ADderes-deveriam-aprender-com-j%C3%BAnior-de-albuquerque?trk=mp-author-card" target="_blank" rel="noopener noreferrer">texto</a>.</p>
<figure id="attachment_5154" aria-describedby="caption-attachment-5154" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5154 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/10/renata.png" alt="pulse" width="557" height="499" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/10/renata.png 557w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/10/renata-300x269.png 300w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /><figcaption id="caption-attachment-5154" class="wp-caption-text">Meu primeiro artigo no Pulse.</figcaption></figure>
<p>Logo depois veio a “crise”. Os clientes começaram a rarear, o tempo disponível começou a se alargar e eu comecei a usá-lo no LinkedIn. <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-promover-se-trabalho-como-freelancer-no-linkedin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Preenchi meu perfil por inteiro</a>, personalizei o link do meu perfil. Lia muitos textos, via vídeos, comentava posts, participava de grupos, respondia perguntas que haviam sido feitas para o público em geral – e nem sempre diretamente para mim. Eu também comecei a escrever semanalmente no Pulse. Escolhi um tema sobre o qual eu tinha conhecimento e comecei a produzir textos sobre isso. Fui me tornando conhecida, fui conhecendo pessoas, fui lembrando de antigos contatos, comecei a ser lembrada por alguns deles.</p>
<p>Quando eu abria o LinkedIn e ele me dizia que uma conexão havia mudado de emprego, feito aniversário de empresa ou melhorado de cargo, eu interagia, gostava, mandava mensagem. Comecei a criar relacionamentos, a construir uma reputação. Comecei a entender aquele ambiente e a tirar o melhor proveito dele. Afinal, estar no LinkedIn é como estar em qualquer outro ambiente: quanto melhor você o conhece, mais confortável, seguro e confiante você se sente. E, por isso, aproveita melhor tudo o que ele tem a oferecer.</p>
<p>Atualmente, leio textos de pessoas que eu sigo, em quem acredito e cuja reputação tenho em alta. Aprendo muito, diariamente. Comento, compartilho opiniões, dou sugestões e, com isso, criei relacionamento com pessoas que talvez não me conheçam pessoalmente, mas conhecem meu trabalho e gostam dele (foi pelo LinkedIn que conheci a Luciane e comecei a escrever para o <a href="http://www.vivendodefreela.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vivendo de Freela</a>, por exemplo).</p>
<p>Desse movimento, surgiram parcerias maravilhosas, oportunidades de trabalho incríveis, recomendações e indicações de negócios. Hoje em dia, entretanto, não tenho mais tanto tempo para me dedicar ao LinkedIn porque, também graças a ele, os negócios voltaram a aquecer e agora o tempo voltou a ficar escasso. Mas, eu continuo escrevendo por lá <a href="https://www.linkedin.com/today/post/author/posts#published?trk=mp-reader-h" target="_blank" rel="noopener noreferrer">semanalmente</a>, porque sei que os resultados disso continuarão a se multiplicar.</p>
<hr />
<p><em><strong>E você, já utiliza o LinkedIn para aumentar suas conexões profissionais e gerar negócios? Conte aqui nos comentários como a plataforma tem sido útil para você! </strong></em></p>
<p>Para ajudar, também tem um vídeo inteirinho no YouTube sobre como usar o LinkedIn na vida de freela!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sGb7x7fGZ0Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>Trabalhar em casa não é trabalhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata de Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 12:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhando em casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Está em choque com o título deste texto? Pois é, é chocante mesmo. Porque acho que só quem já teve a experiência de trabalhar em casa sabe o quanto é complicado. E, ao mesmo tempo, o quanto é maravilhoso. Para ser 100% sincera, eu nunca ouvi de fato essa frase. Mas, muitas vezes, já a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está em choque com o título deste texto? Pois é, é chocante mesmo. Porque acho que só quem já teve a experiência de trabalhar em casa sabe o quanto é complicado. E, ao mesmo tempo, o quanto é maravilhoso.</p>
<p>Para ser 100% sincera, eu nunca ouvi de fato essa frase. Mas, muitas vezes, já a intui. Sabe aquela história de “receber indireta”? Então, foi nesse contexto.</p>
<p>Eu comecei a trabalhar em casa em 2001 (sim, neste ano de 2016 estou “debutando” nisso!). Naquela época era ainda muito estranho para as pessoas o conceito de “trabalhar em casa” sem ser “dona de casa”. Na verdade, naquela época, mesmo a ideia de <a href="https://www.chiefofdesign.com.br/7-pontos-fundamentais-sobre-trabalho-remoto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trabalho remoto</a> ainda era bem desconhecida. E a possibilidade de “<a href="http://www.vivendodefreela.com.br/o-que-fazer-para-comecar-viver-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">viver de freela</a>” parecia uma loucura.</p>
<p>Mas era o limão que eu tinha. E dele fiz minha limonada. Fui demitida e descobri, já que o mercado estava em crise (!), que podia trabalhar “por conta”, fazendo frilas para revistas, editoras e outras empresas (comunicação corporativa). A internet não chegava nem perto do que é hoje, nem em termos de quantidade de informação nem em termos de velocidade de acesso. Mas, como meu negócio sempre foi conteúdo, não precisava muito mais que um word, um telefone e um fax (sim, fax!) para trabalhar. E, arquivos em word, até a internet daquela época dava conta de transmitir. A pesquisa era feita em bibliotecas e as entrevistas pessoalmente ou, na pior das hipóteses, por telefone.</p>
<p>Parece um cenário bastante razoável? Para mim era, mas para várias pessoas que conheço, não. Elas teimavam em me telefonar em horários impróprios (os clientes, às vezes tarde da noite; a família às vezes no meio do dia só pra bater um papo); em pedir coisas esdrúxulas (trabalhar no fim de semana, ir ao banco ou “dar um pulo no cartório” em plena quarta-feira à tarde, sem aviso prévio).</p>
<p>A confusão era tanta que por anos me senti culpada por acordar um pouco mais tarde na manhã seguinte a um dia de trabalho que entrou noite adentro. Durante anos, deixei passar oportunidades bacanas como almoçar com amigos porque estava “no meu horário de trabalho”, como se, caso eu trabalhasse em uma empresa “de verdade”, não pudesse ter hora de almoço ou não pudesse aproveitá-la para rever alguém ou ir a um médico, por exemplo.</p>
<h2>O que aprendi trabalhando em casa</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4939" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/young-791849_1920-300x166.jpg" alt="avaliar" width="500" height="277" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/young-791849_1920-300x166.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/young-791849_1920-768x426.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/young-791849_1920-1024x568.jpg 1024w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/young-791849_1920.jpg 1899w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi duro aprender que trabalhar em casa é trabalhar como se trabalha em qualquer lugar, mas com vantagens que eu adoro, como, por exemplo, preparar minha própria comida no almoço, usar moletom se estiver frio ou chinelo se estiver calor. Quanto às desvantagens, aprendi a lidar com elas! Por isso, a seguir compartilho alguns pequenos truques que podem ajudar quem ainda está começando nessa caminhada:</p>
<h3>1- Tenha um despertador</h3>
<p>Programe hora para acordar, trabalhar, almoçar e parar de trabalhar.<br />
Parece óbvio, mas não é. Quando a gente trabalha em casa, fica com a sensação que tem sempre “mais dez minutinhos”, seja para ficar na cama, seja para terminar um texto ou responder mais um email. Estabelecer uma rotina é fundamental, tanto para poder viver (em vez de trabalhar 14 horas todos os dias), quanto para poder trabalhar (em vez de deixar a preguiça reinar).</p>
<h3>2- Tenha um canto para trabalhar</h3>
<p>O ideal é ter um cômodo da casa equipado para ser seu local de trabalho. Mas, eu mesma demorei anos para conseguir isso. Então, eleja um lugar específico. Mesmo que você tenha que deixar seu computador em cima da mesa da sala, use ao menos uma cadeira que só será usada quando você estiver trabalhando. Parece bobagem, mas seu cérebro vai se “acostumar” e, mesmo inconscientemente, você vai ter mais facilidade de delimitar o que é e o que não é trabalho.</p>
<p>Vale a pena ver o infográfico para montar um <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/infografico-do-home-office-produtivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">home office produtivo</a>!</p>
<h3>3- Tenha uma linha telefônica só para uso profissional</h3>
<p>Ou, faça como eu, que entre 9h e 18h atendo ao telefone dizendo “Renata” e, depois disso, digo “alô”. Esse sinal é sutil, mas ajuda a separar as situações domésticas e pessoais das profissionais. Seus amigos e parentes, quando você atender profissionalmente, vão perceber que você está trabalhando. E seus clientes vão perceber que você não está!</p>
<h3>4- Programe atividades externas</h3>
<p>Isolamento é um dos maiores problemas de quem faz “home, sweet home office”. Então, organize-se para ver gente, sair à rua e ter atividades fora de casa. Matricular-se em uma academia, curso de idiomas, fazer uma atividade voluntária ou frequentar algum grupo específico (como os de tricô, por exemplo) “obrigam” a gente a ter o compromisso de sair de casa.</p>
<p>Atualmente, os coworkings são uma opção incrível (se você for de São Paulo, recomendo o Google Campus, que é gratuito). Mas o importante é sair e espairecer. Marcar reuniões no escritório de um cliente, um café com um amigo ou fazer networking em algum lugar novo e charmoso que você está com curiosidade de conhecer já bastam para fazer você circular.</p>
<hr />
<p><em><strong>E você? O que faz para que o trabalho em casa seja de fato trabalho (e não escravidão nem férias disfarçadas)?</strong></em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>Aperte o “pause”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata de Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 00:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhando em casa]]></category>
		<category><![CDATA[rotina de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita gente acha que lazer é supérfluo, especialmente quando a gente vive de freela. Afinal, para quê descansar se aquela hora pode ser usada para trabalhar e conseguir mais um job, não é? Não é. Eu tenho certeza. Quem vive de freela sabe que a tendência é estar conectado o tempo todo ao trabalho para tentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" lang="pt-BR">Muita gente acha que lazer é supérfluo, especialmente quando a gente vive de freela. Afinal, para quê descansar se aquela hora pode ser usada para trabalhar e conseguir mais um job, não é?</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Não é. Eu tenho certeza. Quem vive de freela sabe que a tendência é estar conectado o tempo todo ao trabalho para tentar solucionar as demandas que surgem. E que ainda tem o velho <span style="text-decoration: line-through;">e bom</span> peso externo do “Ah, você trabalha em casa? Então, já que tem horário flexível, dá para ajudar a resolver uns problemas no cartório, levar sua avó no médico e passar no banco depois?”. Traduzindo, tem gente que acha que “trabalhar em casa não é trabalhar”, acaba pedindo milhares de coisas para quem trabalha em casa e a gente se sente impelido a dizer “sim”. O fato é que tudo isso (e muito mais) faz a gente, de uma forma ou de outra, deixar o lazer em segundo plano.</p>
<h2>Jornalista 24&#215;7</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4973" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/clock-650753_1920-300x144.jpg" alt="produtividade" width="500" height="241" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/clock-650753_1920-300x144.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/clock-650753_1920-768x369.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/clock-650753_1920-1024x493.jpg 1024w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/clock-650753_1920.jpg 1771w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Outro dia ouvi de uma fonte o seguinte: &#8220;fui formado para ser médico. Meu olhar para o mundo é um olhar de médico. Por mais que eu tenha estudado administração hospitalar, algumas questões que teriam soluções óbvias e simples para alguém formado em administração exigem mais atenção de mim&#8221;. Essa fala diz o quanto nós temos um olhar treinado para ver o mundo sob uma ótica específica e o quanto é difícil &#8220;desligar&#8221; do trabalho. Jornalista é curioso por natureza, tudo parece chamar nossa atenção, tudo (ou quase tudo) pode ser uma pauta em potencial, uma fonte que um dia você precisará entrevistar, um assunto interessante para gerar buzz nas redes sociais do seu cliente. Jornalista não desliga.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Seja por excesso de demanda, seja porque que o trabalho é uma atividade prazerosa, parece muito difícil para algumas pessoas ter tempo de folga. Só que parar é essencial. Descanso é oxigênio: serve tanto para respirar e recompor as forças já gastas quanto para conseguir a matéria-prima que se vai gastar na combustão, na explosão de energia que o trabalho exige. Para quem precisa ser criativo no trabalho &#8211; e quem não precisa? &#8211; a pausa é fundamental. É o momento em que se capta o exterior, o inesperado, as soluções que seriam imprevisíveis se continuássemos olhando tudo, sempre, do mesmo jeito.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Sabe quando o streaming fica lento e você precisa apertar o “pause” do vídeo para que ele consiga carregar? A gente também precisa de pausas para poder carregar nosso cotidiano. Curta ou longa, a pausa é tão importante quanto o movimento. Um não existe sem o outro.</p>
<h2>Dicas práticas para organizar momentos de folga</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4839 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/06/giphy-6.gif" alt="don draper" width="500" height="282" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Mas, como organizar o tempo para ter uma folga? Algumas atitudes são fundamentais:</p>
<h3>1- Marque na agenda</h3>
<p class="western" lang="pt-BR">Todo compromisso sério de trabalho é agendado, com data e hora marcadas, não é? Então, encare a folga como um compromisso tão importante quanto os outros e anote, com antecedência. Assim, outra atividade não poderá tomar o tempo de sua folga se não for mais urgente ou importante que ela.</p>
<h3>2- Adiante seu cronograma</h3>
<p class="western" lang="pt-BR">Sabendo que você estará ausente por um período, organize sua agenda ao máximo nos dias anteriores, deixando espaços para imprevistos &#8211; assim, esses imprevistos não impossibilitarão que outras tarefas sejam cumpridas. Se for preciso, cancele eventuais tarefas cotidianas (abra mão de pequenas coisas, como o happy hour semanal ou saia dez minutos mais cedo da academia)  e delegue algumas atividades  menos fundamentais na semana anterior à folga. Isso vai deixar você com a sensação de ter &#8220;tempo sobrando&#8221; para adiantar algumas pequenas coisas que em geral deixamos para o dia seguinte.</p>
<h3>3- Cumpra o cronograma que estabeleceu</h3>
<p class="western" lang="pt-BR">Parece bobo, mas nós adoramos nos sabotar. Assim que pensamos que uma tarefa é muito breve, pensamos também que ela pode ser realizada amanhã. Simplesmente não faça isso. Proíba-se de procrastinar na semana que antecede sua folga.</p>
<h3>4 &#8211; Avise as pessoas com antecedência</h3>
<p class="western" lang="pt-BR">Esta atitude tem função dupla. Avisar colaboradores, clientes e parceiros serve para que eles se programem e só acionem você se algo for realmente importante. Avisar a família e os amigos é uma forma de fazer com que eles ajudem a &#8220;monitorar&#8221; se essa folga vai mesmo acontecer.</p>
<p class="western" lang="pt-BR">Por fim, quando a folga chegar, concentre-se nela! Aproveite cada minuto. Não se disperse pensando em trabalho, ou no dia da volta. Viva o presente e verá como o tempo de lazer pode ser tão produtivo e proveitoso quanto o tempo de trabalhar.</p>
<hr />
<p class="western" lang="pt-BR"><em><strong>Você costuma reservar momentos de folga em sua rotina como freelancer? Conte para a gente como se organiza para conseguir relaxar!</strong></em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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