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LinkedIn: uma super plataforma para quem vive de freela

Na verdade, este texto poderia se chamar “O dia em que acordei com mais conexões no LinkedIn do que amigos no Facebook”. Só que achei que esse que eu escolhi era mais objetivo. Nada contra títulos evasivos ou abstratos: eu adoro uma crônica. O negócio é que às vezes precisamos ser objetivos.

E este é o caso. Simplesmente porque você que vive de freela, precisa entender como o LinkedIn pode lhe ajudar. Se você trabalha com comunicação, obviamente sabe o que é LinkedIn. Mas, de verdade, objetivamente, você usa o LinkedIn a seu favor?

Eu pergunto isso porque eu mesma não usava. Até que comecei a usar. E o primeiro resultado concreto foi que um dia eu acordei com mais conexões no LinkedIn do que amigos no Facebook. Na prática, para mim, psicologicamente, isso significou que eu finalmente estava dando mais atenção à minha vida profissional do que “perdendo tempo na rede social”, como muita gente diz – e, que fique claro, eu discordo disso, porque acho que também o Facebook é uma plataforma onde você pode fazer negócios.

Depois disso, muitos outros resultados vieram, todos positivos. Eu virei hard user de LinkedIn e, mais que isso, fã da plataforma. Hoje, posso dizer que sou uma evangelista de LinkedIn, porque incentivo todo mundo a usá-lo bem e muito. Porque ele realmente pode ajudar a melhorar sua vida profissional.

Pulse: você já usa essa ferramenta no LinkedIn?

Para mim, a grande virada do LinkedIn foi a incorporação do Pulse, em 2013, porque foi isso que abriu as portas para uma radical mudança de percepção: a de que o LinkedIn era uma plataforma de currículos online. Com o Pulse, o conteúdo virou a cereja do bolo e a estrela da festa. Por causa do Pulse, as pessoas passaram a perceber mais claramente que o LinkedIn também servia para aprender, se atualizar e descobrir coisas novas. Como conteúdo para mim é fundamental, eu comecei a frequentar muito mais o LinkedIn depois disso. No Brasil a ferramenta só começou a “bombar” em 2015 e minha primeira experiência por lá foi este texto.

pulse
Meu primeiro artigo no Pulse.

Logo depois veio a “crise”. Os clientes começaram a rarear, o tempo disponível começou a se alargar e eu comecei a usá-lo no LinkedIn. Preenchi meu perfil por inteiro, personalizei o link do meu perfil. Lia muitos textos, via vídeos, comentava posts, participava de grupos, respondia perguntas que haviam sido feitas para o público em geral – e nem sempre diretamente para mim. Eu também comecei a escrever semanalmente no Pulse. Escolhi um tema sobre o qual eu tinha conhecimento e comecei a produzir textos sobre isso. Fui me tornando conhecida, fui conhecendo pessoas, fui lembrando de antigos contatos, comecei a ser lembrada por alguns deles.

Quando eu abria o LinkedIn e ele me dizia que uma conexão havia mudado de emprego, feito aniversário de empresa ou melhorado de cargo, eu interagia, gostava, mandava mensagem. Comecei a criar relacionamentos, a construir uma reputação. Comecei a entender aquele ambiente e a tirar o melhor proveito dele. Afinal, estar no LinkedIn é como estar em qualquer outro ambiente: quanto melhor você o conhece, mais confortável, seguro e confiante você se sente. E, por isso, aproveita melhor tudo o que ele tem a oferecer.

Atualmente, leio textos de pessoas que eu sigo, em quem acredito e cuja reputação tenho em alta. Aprendo muito, diariamente. Comento, compartilho opiniões, dou sugestões e, com isso, criei relacionamento com pessoas que talvez não me conheçam pessoalmente, mas conhecem meu trabalho e gostam dele (foi pelo LinkedIn que conheci a Luciane e comecei a escrever para o Vivendo de Freela, por exemplo).

Desse movimento, surgiram parcerias maravilhosas, oportunidades de trabalho incríveis, recomendações e indicações de negócios. Hoje em dia, entretanto, não tenho mais tanto tempo para me dedicar ao LinkedIn porque, também graças a ele, os negócios voltaram a aquecer e agora o tempo voltou a ficar escasso. Mas, eu continuo escrevendo por lá semanalmente, porque sei que os resultados disso continuarão a se multiplicar.


E você, já utiliza o LinkedIn para aumentar suas conexões profissionais e gerar negócios? Conte aqui nos comentários como a plataforma tem sido útil para você! 

Para ajudar, também tem um vídeo inteirinho no YouTube sobre como usar o LinkedIn na vida de freela!


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Renata de Albuquerque
Sou jornalista porque acredito que conteúdo é fundamental; que ele faz a diferença para que as pessoas acreditem umas nas outras, nos projetos, nas empresas. Em 2002, decidi viver de freela. Quando defendi o Mestrado em Literatura Brasileira resolvi voltar ao jornalismo e, em 2012, abri a RDA Comunicação Corporativa (www.rda.jor.br)

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