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	<title>maternidade &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<title>maternidade &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>Minha filha é minha colega de escritório (ou como não surtar em um home office com crianças)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daiana Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2017 13:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalhando em casa]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
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					<description><![CDATA[Helena completou um ano e sete meses recentemente. Muitas coisas mudaram desde a primeira vez que escrevi para o blog Vivendo de Freela contanto sobre minha experiência como &#8220;malabarista em treinamento&#8220;. Naquele período, Helena ainda não estava na creche por meio período e eu arriscava meus primeiros passos na vida de “mamãe-que-trabalha-como-freelancer.” Hoje Helena é uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Helena completou um ano e sete meses recentemente. Muitas coisas mudaram desde a primeira vez que escrevi para o blog <a href="http://www.vivendodefreela.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vivendo de Freela</a> contanto sobre minha experiência como &#8220;<a href="http://www.vivendodefreela.com.br/minha-experiencia-como-mae-e-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">malabarista em treinamento</a>&#8220;. Naquele período, Helena ainda não estava na creche por meio período e eu arriscava meus primeiros passos na vida de “mamãe-que-trabalha-como-freelancer.”</p>
<p>Hoje Helena é uma bebê extremamente ativa, brincalhona, que adora correr e pular no sofá. Também pede minha atenção o tempo todo, algo que não era tão intenso em seus primeiros meses de vida. Por ser um bebê rechonchudo que apenas comia e dormia, era mais fácil organizar o trabalho de freelance com sonecas e cuidados simples, como alimentar, trocar fraldas e balançar no berço. Dava tempo de responder a e-mails, dar telefonemas importantes e produzir algo para entregar aos clientes dentro dos prazos acordados.</p>
<p>Porém, hoje preciso me desdobrar para inventar brincadeiras, desenhar (me riscando inteira de canetinha, diga-se de passagem), cuidar para ela não se jogar do sofá imitando algum super-herói voador e responder às mensagens que “bombam” no meu Whatsapp. Diante deste cenário quase caótico,<strong> parece praticamente impossível conciliar o trabalho em casa com crianças desesperadas por sua atenção</strong>.</p>
<p>Para falar a verdade, todos os dias eu penso que é impossível. Às vezes a demanda de Helena por “mamama” (hoje meu novo nome, depois de Daiana) é tão grande que não consigo atender a tudo ao mesmo tempo. <strong>Mães não são multitarefas (aliás, ninguém é)</strong> e, como prezo pelas atividades bem executadas e que tragam o resultado que espero, a dedicação ao trabalho é diferente da dedicação às crianças, e tentar fazer as duas coisas juntas é sinônimo de resultados “meia-boca”: seus filhos não interagem com você de forma agradável e você não consegue concluir aquela tarefa do trabalho como gostaria. E aí vem a maldita culpa que nasce com todas as mães, chicoteando você pelas costas o tempo todo.</p>
<figure id="attachment_5366" aria-describedby="caption-attachment-5366" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5366" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/02/IMG_0077.jpg" alt="daiana" width="500" height="375" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/02/IMG_0077.jpg 2048w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/02/IMG_0077-300x225.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/02/IMG_0077-768x576.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/02/IMG_0077-1024x768.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-5366" class="wp-caption-text">Eu e a Helena</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas como alguém famoso disse uma vez, “não sabendo que era impossível, foi lá e fez”. Seja quem for o autor dessa frase, ela se aplica perfeitamente à maternidade e suas aventuras e desventuras. <strong>Quando sinto que parece impossível trabalhar e dar atenção para minha filha, magicamente consigo dar um jeito.</strong> Afinal, tive que fazer alguns arranjos para fazer meus projetos acontecerem. Considero-me uma pessoa muito sortuda, pois tenho pessoas maravilhosas à minha volta que me ajudam quando preciso. E atualmente Helena está em uma creche muito bacana, onde brinca, faz amigos e se diverte por algumas horas durante a tarde. Nesse período consigo trabalhar em paz, concentrada em meus afazeres.</p>
<p>Dedicar-me ao trabalho tem sido cada vez mais importante para mim e estimulo outras mães a fazer o mesmo. Constantemente penso em como será a minha vida quando Helena crescer, e <strong>quanto mais trabalho em meus projetos, mais otimista em relação ao meu futuro como mulher eu fico</strong>. Um dia Helena sairá debaixo de minhas asas e ganhará o mundo. E eu seguirei minha vida de forma produtiva e enriquecedora, me dedicando a uma profissão e tendo autonomia. Sigo tendo muitas dúvidas em relação à profissão, me arrisco em outras atividades interessantes, mas sigo tentando ser um exemplo de mulher que quero ser para a minha filha. Não consigo parar no tempo. Ele corre cada vez mais rápido na minha frente. Portanto, desejo de coração que as mães pelo mundo afora busquem sua autonomia e se apoderem de suas próprias vidas. Seus filhos terão orgulho de vocês, mamães!</p>
<h2>Mas afinal, como não surtar em um home office com crianças?</h2>
<p>A pergunta de um milhão de dólares é: como conciliar trabalho e crianças em casa quando seus filhos são praticamente seus colegas de escritório? Acho que ninguém tem resposta para essa questão, mas algumas dicas me ajudaram &#8211; e ajudam &#8211; muito nessa empreitada da qual não desisti. Helena atualmente não é uma colega de trabalho muito cooperativa, pois está cada vez mais doida para mexer no meu computador. Suas mãozinhas batem nas teclas me pedindo atenção e meus textos quase são deletados. Mas quando ela está em casa e eu PRECISO trabalhar MESMO (ainda mais quando os prazos de entrega estão literalmente roendo meu coração), sigo estas diretrizes (nem todas, pois algumas ainda estão em fase de testes na minha rotina):</p>
<h3>Planeje-se</h3>
<p>Organize suas atividades da semana no domingo ou segunda-feira pela manhã. Assim você saberá o que fazer, quanto tempo cada atividade leva para ser concluída e, dependendo do nível de complexidade da tarefa, se você consegue manter seu filho ocupado com brinquedos, jogos ou lápis colorido e papel do lado de sua cadeira. Conforme seus filhos crescem, eles conseguem se manter ocupados sozinhos por um tempo curto. Dessa forma você consegue se concentrar em determinadas atividades.</p>
<h3>Peça ajuda sempre que necessário</h3>
<p>Volto a insistir neste item, pois já havia comentado no <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/minha-experiencia-como-mae-e-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">texto anterior</a>. Se no meio daquele projeto grande você não consegue trabalhar ao lado de seus filhos &#8211; pois precisa se concentrar &#8211; e ficar longe deles é essencial para o sucesso de sua entrega, peça ajuda a alguém para dar atenção aos seus filhos durante o tempo que você precisa. Pode ser um vizinho, uma babá temporária ou um parente próximo. Engula o orgulho, desapegue do pessimismo e vá atrás de ajuda. Você vai produzir mais e melhor. E mães não são onipotentes (por mais que pensem que são).</p>
<h3>Converse com seus filhos e delimite espaços</h3>
<p>Explicar para as crianças que os pais não podem dar atenção a elas 24h por dia é fundamental para o sucesso de qualquer empreitada <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/infografico-do-home-office-produtivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">home office</a> style. Uma boa conversa que explique que a mamãe precisa trabalhar e se concentrar por algumas horas funciona se a criança já tem uma certa idade para compreender essa necessidade. Helena ainda não entende muito bem, mas aos poucos ela percebe que temos vidas independentes. E separe um espaço para seu trabalho e as brincadeiras das crianças. Se não for possível separar salas em sua casa, monte dentro de seu home office uma área onde elas possam brincar perto de você (mas não em cima de suas papeladas e laptops).</p>
<h3>Acorde antes deles &#8211; e trabalhe like a boss</h3>
<p>Confesso que ainda não consegui fazer isso na frequência que eu gostaria, mas acho essa dica fantástica. Se seus filhos acordam tarde (ainda pela manhã), acorde mais cedo e coloque em dia suas demandas de trabalho. Produzir cedo durante o dia é recompensador, pois assim que seus filhos acordarem você não estará tão ansiosa com as demandas que ficariam pendentes. Chegue em seu home office antes de seus coleguinhas e vire o boss.</p>
<h2>Precisa se cobrar tanto?</h2>
<p>Minha situação como mãe freelancer é muito melhor em alguns aspectos, pois consegui um tempo livre no dia para trabalhar. Mas se o seu caso não é este, por diversos motivos, espero que aproveite estas dicas. E não esqueça de uma muito importante: não se cobre tanto e aproveite o tempo com seus filhos. Ao brincar com eles, brinque de verdade (sem fuçar o tempo todo no celular, respondendo e-mails). Ao ler livros para eles, sente no chão e leia de verdade (sem assistir à TV). Dê atenção real, que é o que eles mais precisam que venha de você. É complicado, mas é possível manter o equilíbrio. Todos os dias tentamos um pouco mais e nos tornamos melhores. Erramos e acertamos toda hora. Mas o mais importante é não deixar de viver as experiências que surjem na sua vida.</p>
<hr />
<p><em>Você também divide o home office com crianças? Compartilhe aqui nos comentários como faz para se manter produtivo, mas não perder nenhum momento ao lado delas. 🙂</em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>Malabarista em treinamento: minha experiência como mãe e freelancer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daiana Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 17:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Se eu usasse um crachá de trabalho hoje, provavelmente nele estaria escrito “malabarista em treinamento”. Admiro o trabalho dos malabaristas. Mas admiro mais ainda a vida das mães &#8211; essas sim, as verdadeiras profissionais da arte do equilíbrio. E pode ser qualquer tipo de mãe, pois toda forma de viver a maternidade exige habilidades nessa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu usasse um crachá de trabalho hoje, provavelmente nele estaria escrito “malabarista em treinamento”. Admiro o trabalho dos malabaristas. Mas admiro mais ainda a vida das mães &#8211; essas sim, as verdadeiras profissionais da arte do equilíbrio. E pode ser qualquer tipo de mãe, pois toda forma de viver a maternidade exige habilidades nessa arte.</p>
<p>Como eu optei por não usar mais nenhum tipo de crachá profissional, a ideia de ser freelancer me atraiu muito. Sempre questionei o conservadorismo da vida corporativa. Batia ponto, ficava dentro de escritório praticamente trancada das 8h às 18h (mesmo produzindo de verdade em menos tempo do que isso) e não curtia a cara feia do chefe quando eu precisava sair mais cedo por causa de consultas médicas. <strong>Vivia aquilo tudo e pensava se era possível trabalhar de outra maneira, mais feliz, conectada com meus valores e crenças e gozando de uma certa flexibilidade de horários. E ser mãe foi a “deixa” que eu precisava para mudar.</strong></p>
<p>Enquanto Helena se preparava para chegar ao mundo, eu me preparava para deixar o mundo do trabalho, digamos, convencional. Ficar 4 meses de licença-maternidade e depois voltar à rotina corporativa em tempo integral era uma ideia que me arrepiava os cabelos. Não fazia sentido nenhum me separar da minha bebê assim, tão rápido. Pensava em exemplos de outros países como a Suécia e o Canadá, onde a mãe se licencia do trabalho por um ou dois anos.</p>
<p>Pensava na importância dos primeiros 1000 dias do bebê, em que a presença da mãe é fundamental para um desenvolvimento saudável. Se eu voltasse a trabalhar da mesma forma, em que momento eu ficaria com minha filha? Como amamentaria? Buscaria Helena na creche tarde da noite, depois de passar o dia todo afastada? E em que momento eu a veria aprender a sentar, engatinhar e andar pela primeira vez?</p>
<figure id="attachment_4962" aria-describedby="caption-attachment-4962" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-4962 size-large" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13699399_10209575721768052_570027420_o-1024x709.jpg" alt="daiana e helena" width="1024" height="709" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13699399_10209575721768052_570027420_o-1024x709.jpg 1024w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13699399_10209575721768052_570027420_o-300x208.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13699399_10209575721768052_570027420_o-768x532.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/13699399_10209575721768052_570027420_o.jpg 1035w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-4962" class="wp-caption-text">Eu e a Helena &lt;3</figcaption></figure>
<h2>O caminho do meio: ser freelancer</h2>
<p>Infelizmente, nem todas as mães podem fazer as mesmas escolhas que eu fiz (por mil motivos), mas todos esses questionamentos sempre me incomodaram muito. E o mundo corporativo não é nem um pouco amigável com as mulheres que decidem se tornar mães. Alguns chefes olham torto quando a mãe precisa sair cedo para levar o filho ao pediatra. Para mim, já estava claro que ser mãe em um ambiente assim não seria uma experiência boa. Eu precisava seguir o caminho do meio.</p>
<p>O que eu não sabia era que esse caminho seria um dos maiores desafios da minha vida. Abri mão das fórmulas prontas, como trabalhar fora e deixar a Helena sob os cuidados de terceiros ou não trabalhar e apenas ficar em casa (aceitando o fato de depender de alguém para me sustentar) para fazer minha própria história. Até agora tem sido uma experiência muito intensa, trabalhosa e cansativa. <strong>Trabalho nas horas livres que organizo durante a semana (Helena ainda não foi para a escolinha), produzo durante a noite (não todas) e finais de semana também. Nas demais horas me dedico às atividades da maternidade.</strong> Não durmo muito, as olheiras pesam e, às vezes, eu só quero cair na cama e dormir. Parece custoso demais em alguns momentos.</p>
<p>Apesar de tudo isso, estou feliz com a escolha que fiz. Tenho tempo para ver Helena crescer, sair para passear e levá-la ao pediatra periodicamente. Hoje vejo que ter ficado perto dela foi determinante para que ela passasse seu primeiro ano sem ter adoecido ou ter tido problemas de sono. Aliado a isso, eu trabalho no que gosto, me dedico a projetos muito legais com gente bacana e sigo desenvolvendo minha carreira de publicitária. Ser mãe sem me dedicar a projetos pessoais sempre foi algo impensável para mim, pois várias vezes ouvi conselhos mais favoráveis a ser SÓ mãe, abrindo mão da vida profissional. Por outro lado, não queria me lamentar no fim da vida por ter trabalhado demais e não ter visto minha filha crescer. Portanto, meu caminho do meio é esse.</p>
<h2>Minhas dicas para ser mãe e freelancer</h2>
<p>Faz pouco tempo que comecei a viver como mãe freelancer. Ainda estou em processo de aprendizado. Tropeço e levanto a todo momento. Mas como essa experiência tem me ajudado a evoluir muito (tanto profissional como pessoalmente), gostaria de compartilhar algumas dicas:</p>
<h3>Seja sincero com seus clientes</h3>
<p>Sua disponibilidade como profissional freelancer deve estar clara para quem contrata você. Quando não puder entregar algo por causa das atividades da maternidade, diga a verdade sempre. Mas diga antes de negociar prazos, não depois. Isso vai evitar aqueles pedidos de última hora, para entregar ontem.</p>
<h3>Use o tempo de maneira eficiente</h3>
<p>Afaste-se de distrações. Na hora em que for trabalhar, produza e ponto. Você verá que vai conseguir fazer muito mais, em bem menos tempo. Só de pensar que o bebê pode acordar a qualquer momento, a vontade de se distrair no Facebook passa rapidinho e você responde àquele e-mail piscando na tela.</p>
<h3>Planeje-se</h3>
<p>A maternidade tem uma boa dose de imprevistos, mas isso não quer dizer que você e seu filho não possam ter uma rotina. Planeje seu dia, sua semana, mês etc. Organize seus prazos de entrega conforme suas horas disponíveis de produção. Seguir uma rotina vai ajudar você a viver melhor e a lidar com o que surgir por acaso.</p>
<h3>Tente se acalmar e se concentre em uma atividade de cada vez</h3>
<p>Uma das tarefas mais difíceis de ser mãe e freelancer é lidar com aquela sensação de “deveria estar fazendo isso ou aquilo”. Na sua cabeça, há uma lista de pendências para vencer, mas, neste momento, você está com sua criança, brincando ou trocando fraldas.</p>
<p>Esqueça essa história de ser multitarefa, pois isso não existe! Dica: concentre-se no presente. Respire fundo e tente pensar em suas pendências apenas na hora em que puder resolvê-las, conforme a sua agenda. A vida é feita de momentos, portanto mantenha o foco no presente. Dessa forma você terá mais tranquilidade para lidar com as interrupções, muito comuns quando se trabalha em casa com os filhos em volta. Pode ter certeza de que, quando você começar a responder àquela mensagem, vai ouvir um choro vindo de algum lugar. Apenas respire fundo e viva o presente.</p>
<h3>Evite a solidão</h3>
<p>Trabalhar em casa como freelancer às vezes pode ser muito solitário. Afinal, não há colegas de trabalho em volta de você para falar sobre Game of Thrones ou sobre a chuva prevista para a semana. Sua criança está perto de você, mas os papos não são os mesmos. Procure por escritórios compartilhados ou marque reuniões pessoalmente quando for possível. Um café acompanhado é bem mais interessante e tira você do isolamento, tão comum &#8211; e perigoso &#8211; da maternidade.</p>
<h3>Socorro!</h3>
<p>Ao se deparar com prazos apertados, volume grande de trabalho ou, até mesmo, muitos dias sem dormir decentemente, peça ajuda a parentes, amigos ou outras pessoas de sua confiança para ficar com sua criança por algumas horas. Sua saúde agradece!</p>
<h3>Exercite-se</h3>
<p>Manter o corpo em movimento é fundamental para preservar a sua sanidade (sim, sanidade!). Digo isso por experiência, pois os momentos em que faço exercícios físicos (seja ir à academia, correr ou simplesmente dar uma caminhada) são as oportunidades que tenho para cuidar de mim. Só assim consigo ter energia e disposição para enfrentar os desafios do dia a dia.</p>
<h3>Desligue para dormir bem</h3>
<p>O uso de celular antes de dormir é extremamente nocivo para uma boa noite de sono. A luz emitida pelo aparelhinho confunde nosso cérebro e permanecemos agitados à noite, ao invés de cair no sono. Ser freelancer não significa estar conectado 24h, portanto, desligue. Confesso que ainda estou tentando fazer isso, mas dizem que a prática leva à perfeição, certo?</p>
<h2>Mãe + freelancer para a vida toda?</h2>
<p>Se eu vou ser freelancer para sempre? Ainda não sei. Se eu vou voltar a trabalhar fora? Também não sei. Difícil abrir mão da autonomia e da flexibilidade que a carreira de freelancer oferece. Por ora desfruto de um dos meus maiores aprendizados até agora: viver intensamente o momento presente, vislumbrando as boas novas a colher no futuro. Como eu li por aí, ser mãe e freelancer não é apenas equilibrar trabalho e família: é um ato de coragem, paciência, força de vontade e destemor.</p>
<hr />
<p><em><strong>Você também está conciliando a maternidade com a carreira como freelancer?Me conta melhor como está sendo sua experiência aqui nos comentários 🙂</strong></em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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