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	<title>Camila Santa Maria &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>Camila Santa Maria &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>Série Burnout: uma receita de esgotamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Santa Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2019 23:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
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					<description><![CDATA[Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar? Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar?</strong></p>
<p><em>Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já li sobre nós. Como esse é um problema mais comum do que eu imaginava e inspirada pela minha própria experiência recente, resolvi escrever uma série de artigos sobre este tema. Espero que você leitor possa evitar passar por isso, ou que possamos nos ajudar na recuperação.</em></p>
<p><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/burnout-sinais-esgotado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia o primeiro artigo dessa série aqui!</strong></a></p>
<p>Passado o diagnóstico de burnout, uma única pergunta ecoava sem parar: <strong>como eu cheguei nesse estado?</strong></p>
<p>É fácil olhar para os fatores externos: pressões na vida pessoal e no ambiente de trabalho, noites viradas no escritório frequentemente, falta de sono, atritos em relações interpessoais, ritmo frenético de vida&#8230;</p>
<p>Contudo a análise mais eficaz (e dolorida) é a que nos faz olhar para dentro. Afinal, grande parte do meu contexto eu não consigo mudar, então o melhor é entender o que realmente só depende de mim e onde eu posso melhorar.</p>
<h2>Frenesi da capacitação</h2>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/carreira-freelancer-pos-graduacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conciliar trabalho e estudo é necessário</a></strong>: o mundo está em constante mudança, precisamos sempre nos atualizar e nos aperfeiçoar. Então o que nos resta é o malabarismo entre escritório, curso de idiomas, palestras, pós, especialização, workshops, meetups e etc.</p>
<p>Personalidade curiosa, tentativas incessantes de melhorar meu valor como profissional e a minha empregabilidade foram nortes poderosos para emendar curso atrás de curso. Foram anos saindo da “firma” correndo na hora do rush para estudar, lidando com provas, trabalhos, apresentações. <strong>Sou muito grata pela oportunidade de estudar e acesso a cursos de qualidade, porém em retrospecto faria tudo com mais calma, me daria um tempo entre uma certificação, um TCC e a próxima sala de aula.</strong></p>
<h2>The gig economy</h2>
<p>Outro fator estressante para muitos profissionais atualmente é ter diversos empregos, <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/ser-freelancer-nao-e-para-qualquer-um-mas-e-para-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ser freelancer</a></strong>, fazer “bicos”, ter uma renda extra etc. A chamada the gig economy traz flexibilidade, mas também é uma fonte fortíssima de preocupações, cansaço e&#8230; sim, estresse.</p>
<p>Por muito tempo tive um side job como revendedora de cosméticos. Diria que eu executava essa função adicional com uma dedicação bem mediana – comparecia a reuniões quando podia, fazia minhas próprias divulgações, lia sobre a empresa, sobre os lançamentos, sobre como vender mais, sobre como fazer vendas consultivas, dava dicas para as clientes, fazia follow-up depois das compras para saber se estavam satisfeitas&#8230;</p>
<p>Me convenci que enquanto um aumento ou promoção não chegasse, esse era um jeito direto de aumentar a minha renda. O fator controle pesava bastante na continuidade dessa minha “lojinha”, pois resultados melhores dependiam exclusivamente de mim (e do meu tempo, do meu esforço).</p>
<p>Me convencia de que um job ajudava o outro já que eu oferecia batons no escritório e também levava para a companhia técnicas de vendas novas que eu testava com as minhas clientes – no papel era uma troca muito vantajosa mesmo!</p>
<p>No mesmo ano ganhei mais de um prêmio de vendas no meu trabalho “oficial” e também brindes especiais pelo meu desempenho como consultora de beleza (e, sim, simultaneamente conciliando os cursos que eu mencionei acima). Fiquei me achando uma sumidade comercial!</p>
<p><strong>Mas a verdade é que o cansaço me faria ser mediana em tudo</strong> e eventualmente aposentei os cremes e os pinceis.</p>
<h2>Senso de dono e Medo de conflitos</h2>
<p>Ter senso de dono é algo que é muito solicitado aos colaboradores hoje em dia. Confere-se a essa expressão o sentido de que pessoas mais empoderadas e envolvidas tem tanto a autonomia para tomar decisões quanto as dores e senso de urgência do proprietário do negócio. Se você tem “skin in the game”, tem mais responsabilidade e motivação para fazer dar certo, performar melhor, estreitar relacionamento com stakeholders, etc.</p>
<p>No meu caso, entretanto, isso significou uma clara falha em delegar atividades para outras pessoas: fui centralizando tarefas e fui absorvendo qualquer coisa meramente adjacente aos meus projetos e acumulando à minha rotina. Querendo ser proativa e controlar as entregas, acabei me sobrecarregando. Adicionando a isso meu medo de conflitos e a receita do meu esgotamento e burnout estava pronta!</p>
<p>Só agora vejo a minha dificuldade em falar não e o quanto isso me esgotou. Hoje em dia seria sincera em responder caso eu ache que não consiga aceitar um desafio adicional ou caso não possa ajudar alguém / fazer algo a mais.</p>
<p>Essa é a anamnese do meu burnout. Em termos gerais e é a partir daqui que eu estou fazendo mudanças concretas no meu dia-a-dia. Desse passado ficam as valiosas lições e agora é olhar para frente para me recuperar e não deixar essa história se repetir na minha vida e na dos que me cercam.</p>
<p><strong>E você que também está nessa situação? Já parou para refletir como chegou aqui? Como podemos mudar de hábitos e até de estilo de vida para ter mais equilíbrio? Como podemos nos cuidar mais?</strong></p>
<p><em>Para outro artigo da série sobre burnout, especificamente sobre a loucura da comunicação nos dias de hoje, <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/caixa-de-e-mails-vazia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></strong>!</em></p>
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		<title>Série Burnout: paranoia da caixa de e-mails vazia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Santa Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 22:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
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					<description><![CDATA[Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar? Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar?</strong></p>
<p><em>Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já li sobre nós. Como esse é um problema mais comum do que eu imaginava e inspirada pela minha própria experiência recente, resolvi escrever uma série de artigos sobre este tema. Espero que você leitor possa evitar passar por isso, ou que possamos nos ajudar na recuperação.</em></p>
<p><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/burnout-sinais-esgotado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia o primeiro artigo dessa série aqui!</a></p>
<p>No meio de fevereiro tirei férias meio atropeladamente após ter outras férias vencidas e após passar muito mal e surtar de esgotamento. Havia ultrapassado meu limite fazia muito tempo, precisava cuidar de mim.</p>
<p>Fui colocar meu aviso de ausência temporária no e-mail e percebi algumas coisas sobre como a comunicação é um constante fator de estresse na atualidade e como é prevalecente a expectativa de respostas imediatas a qualquer momento.</p>
<p>Primeiramente refleti sobre a quantidade de coisas que eu faço. “Para assuntos A, fale com fulano, para assuntos B fale com ciclano, para assuntos C&#8230;”. Fiquei pensando em todos os cenários, se as pessoas teriam dúvidas para quem direcionar, se eu estava realmente dando a melhor indicação e se tinha como agrupar os assuntos da maneira mais geral possível para não ficar com dez caminhos diferentes para meus remetentes.</p>
<p>Tentei colocar grupos de pessoas para aumentar a chance de resposta e para não sufocar uma única pessoa com tantas mensagens recebidas no primeiro momento. Ainda saí preocupada com as outras 3 caixas de e-mail que eu cuido, pensando se ficariam desamparadas&#8230; <strong>Que besteira, quantas de mim eu acho que existem apenas para ler esses benditos e-mails?</strong> Quantas dessas funções eu fui acumulando por não falar &#8220;não&#8221; e quantas eu assumi provisoriamente e nunca mais foram redistribuídas?</p>
<p>A segunda percepção foi que o aviso anterior estava com a data de um feriado. <strong>Que tipo de workaholic avisa que não estará trabalhando durante um feriado??</strong> E o pior é que eu me lembro de ainda assim ter olhado as minhas mensagens pelo celular ao longo dessa data, tenho certeza que armazenei os e-mails sem ação nas minhas pastas e ainda respondi alguns&#8230;</p>
<p>Tudo isso escondido dos outros no meio do feriado, tudo isso imaginando que a volta seria mais leve ao chegar no escritório e não ter e-mails acumulados. Imaginei a paz que seria ter minha caixa de entrada organizada e em dia &#8211; mas claro que chegaram os dias úteis novamente e novos incêndios apareceram para apagar. <strong>Desperdicei um pedacinho de um dia de descanso com trabalho e estresse por uma calma futura meramente utópica</strong>. E só percebo agora que não fez a menor diferença: não sou médica, bombeira, policial, psicóloga ou heroína; <strong>nenhuma urgência era assim tão emergencial, nenhuma demanda era questão de vida ou morte para quem me enviou.</strong></p>
<blockquote><p>Era apenas vida ou morte para mim, que deixava de viver um pouco, morrendo de medo de deixar a peteca cair.</p></blockquote>
<p>(Como deu para perceber com essa série de artigos, não adiantou nada, caiu a casa toda, isso sim!)</p>
<p>No dia seguinte, desliguei as notificações do aplicativo do Outlook no meu celular. Também silenciei grupos corporativos de WhatsApp. Fiz disso algo solene, quase como um ritual representando eu mesma me desconectando da loucura toda durante as férias. Espero com isso abrir espaço para me reconectar comigo mesma.</p>
<p><strong>E você? O que faz para se distanciar das preocupações do quotidiano e se reequilibrar? Como protege a sua energia? Como lida com a pressão de estar 24h disponível e ter de responder em múltiplos meios de comunicação?</strong></p>
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		<title>Série Burnout: 15 sinais de que você está esgotado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Santa Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2019 22:24:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar? Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de &#8220;The Burnout Generation&#8221; e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar?</strong></em></p>
<p>Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de &#8220;The Burnout Generation&#8221; e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já li sobre nós.</p>
<p>Como esse é um problema mais comum do que eu imaginava e inspirada pela minha própria experiência recente, resolvi escrever uma série de artigos sobre este tema. Espero que você leitor possa evitar passar por isso, ou que possamos nos ajudar na recuperação.</p>
<h2>Mas o que é burnout?</h2>
<p>Nesta primeira postagem vamos entender o que é esse esgotamento crônico e por que é tão perigoso. A definição formal de burnout é um colapso físico ou mental causado por excesso de trabalho ou estresse.</p>
<p>Apesar dessa síndrome ser comum em profissões onde as consequências são extremas como Controladores de Vôo, Médicos e Bombeiros, cada vez mais profissionais com atribuições executivas têm sofrido desse mal. Tanto o nível de preocupação e responsabilidades quanto a própria quantidade de trabalho podem levar a essa exaustão crônica e atualmente com times cada vez mais enxutos e expectativas de produtividade e resultados cada vez mais altas, é compreensível o aumento nos casos de burnout.</p>
<p>Estar sempre disponível e sempre de maneira amigável é humanamente impossível e equilibrar essa pressão a uma vida pessoal plena é um grande desafio em comum que profissionais de todos os mercados enfrentam hoje em dia.</p>
<h2>Como diagnosticar este esgotamento?</h2>
<p>Há grande dificuldade no diagnóstico dessa síndrome pois cada paciente pode apresentar sintomas diversos que vão dos psicológicos análogos à depressão aos físicos como tonturas, dores, e baixa imunidade causando, por exemplo, gripes e resfriados frequentes.</p>
<p>Para muitas pessoas nenhuma quantidade de descanso é suficiente para aplacar uma exaustão que parece infinita. Para outras pessoas o corpo está bem, mas a cabeça está explodindo em desilusão, qualquer conversa vira um conflito, há dificuldade em se concentrar e em resolver problemas simples&#8230; Enfermidades mentais sofrem ainda mais pelo estigma de “loucura” e por terem sua importância constantemente minimizadas. Entretanto, não trata-se de “folga”, “mimimi” ou algo que o valha.</p>
<h2>Alguns dos sintomas do burnout mais comuns são:</h2>
<p>-sentir que todo dia no trabalho é um dia ruim e/ou sentir-se sobrecarregado por suas responsabilidades;</p>
<p>-não sentir alegria ou interesse pelo trabalho, ou sentir-se deprimido pela vida profissional;</p>
<p>-sentir-se exausto na maior parte do tempo;</p>
<p>-comportamentos escapistas ou retomada de hábitos ruins (exemplo, compulsões alimentares, bebidas, cigarro&#8230;);</p>
<p>-menos paciência com os outros do que o seu normal e “estourar” frequentemente;</p>
<p>-aversão a confrontos e conflitos ou o oposto: tudo parece ser uma ofensa pessoal;</p>
<p>-sentimento de estar sempre falhando;</p>
<p>-falta de atenção e dificuldade de concentração;</p>
<p>-problemas de pele como acne induzida pelo estresse;</p>
<p>-dores de cabeça e enxaqueca frequentes, ou tonturas e enjoos frequentes sem aparente causa física;</p>
<p>-gripes e resfriados frequentes e baixa imunidade em geral;</p>
<p>-dores no peito;</p>
<p>-foco incondicional do trabalho e atribuição de autoestima exclusivamente à vida profissional;</p>
<p>-falta de cuidados pessoais em geral (pode ser relacionado a higiene, sono, saúde&#8230;);</p>
<p>-negação sobre seu estado e sobre avisos dos colegas e conhecidos sobre saúde e sobre comportamentos não característicos a sua personalidade&#8230; entre outros.</p>
<p>Nosso corpo físico é composto por muitos sistemas completamente interligados e interdependentes, então um problema em um aspecto nos desequilibra afeta toda a nossa saúde. A resposta natural do nosso corpo ao estresse e a situações que percebemos como física ou psicologicamente perigosas é uma descarga hormonal que nos tornaria aptos a enfrentar ou fugir do perigo (fight or flight response), implicando em várias alterações físicas, incluindo aceleração cardíaca.</p>
<p>Sendo assim, é natural que a exposição prolongada a gatilhos de estresse seja prejudicial à nossa saúde no longo prazo. Como qualquer doença, o diagnóstico precoce é fundamental para evitar consequências mais graves.</p>
<p>Cada corpo é um corpo, e cada mente é uma mente. Por isso, não se assuste se apresentar apenas um desses sintomas. Entretanto caso comece a apresentar mais de um dentre estes listados, preste atenção e procure desacelerar. É importante refletirmos sobre como podemos mudar alguns hábitos para poder melhorar a nossa qualidade de vida.</p>
<p>Se você perceber alguém nessa situação, não julgue seu “surto”, mas ofereça ajuda para que a pessoa possa ser diagnosticada e possa se cuidar.</p>
<p><em><strong>Você tem mais informações sobre como identificar uma pessoa com burnout? Compartilhe aqui, quero saber mais! Com essa troca podemos nos ajudar muito!</strong></em></p>
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