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	<title>acessibilidade &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>acessibilidade &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>6 dicas para tornar suas redes sociais acessíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fatima El Kadri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 13:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora você não saiba ou não perceba, as pessoas com deficiência fazem parte da sua audiência e, portanto, todo conteúdo que você publica no seu site e nas suas redes sociais deve ser planejado pensando nessas pessoas também. O nome disso é acessibilidade. Em outro post publicado aqui no Vivendo de Freela, já tive a [&#8230;]]]></description>
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<p>Embora você não saiba ou não perceba, as pessoas com deficiência fazem parte da sua audiência e, portanto, todo conteúdo que você publica no seu site e nas suas redes sociais deve ser planejado pensando nessas pessoas também. O nome disso é acessibilidade. </p>



<p><a href="https://www.vivendodefreela.com.br/comunicacao-acessivel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em outro post</strong> </a>publicado aqui no Vivendo de Freela, já tive a oportunidade de falar sobre comunicação acessível. Agora, retomo esse assunto mostrando algumas regrinhas para tornar suas redes sociais mais acessíveis.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes sociais acessíveis: dicas para implementar na sua produção de conteúdo</h2>



<p>A maioria das dicas que trago nesse artigo não necessita de ferramentas externas e você mesmo pode fazer! Continue a leitura e veja como é simples!&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">1.Descreva as imagens dos seus posts</h3>



<p>Fotos, imagens de posts e vídeos são fundamentais nas<a href="https://www.vivendodefreela.com.br/freelancer-de-redes-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>redes sociais</strong></a>. Elas atraem, conquistam seguidores e podem até convencê-lo a comprar o seu produto. Mas, imagine se a pessoa que estiver acessando o seu post for cega ou com baixa visão, e a imagem não estiver acessível para ela? Você pode estar perdendo um potencial cliente.</p>



<p>É aí que entra a importância de fazer a descrição de imagens em seus posts. Ao tornar uma imagem acessível, você amplia o seu alcance e pode conquistar novos clientes.&nbsp;</p>



<p>A descrição pode aparecer abaixo do texto da legenda, com a #paracegover ou #paratodosverem. Há, ainda, o campo “texto alternativo”, que fica nas configurações do Instagram, do LinkedIn e do Facebook.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como deve ser uma boa descrição?&nbsp;</h4>



<p>Para efetuar uma boa descrição de imagens, a primeira coisa que você deve pensar é no que a imagem está transmitindo.</p>



<p>Em um post que é somente texto e imagem, descreva exatamente o que você vê na imagem: as cores do layout, o que diz o texto, o posicionamento do texto, a cor e o tipo da fonte (normal ou negrito).</p>



<p>No caso de fotos de pessoas, é preciso descrever suas características físicas — cor da pele, cabelo, olhos, se usa óculos, barba, bigode etc. Deixe de lado detalhes como nariz grande ou pequeno, pois a descrição deve ser bem objetiva e não qualificar a imagem.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto importante da descrição é dizer como ela está vestida e também o ambiente em que ela está (se estiver aparecendo, é claro).</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Seja sucinto e claro nos textos</h3>



<p>Escreva sempre em ordem direta e frases curtas. Quanto mais simples o texto, melhor é&nbsp; a leitura de um leitor de tela para quem tem deficiência visual, além de facilitar muito o entendimento das pessoas com deficiência intelectual, como autismo e dislexia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Inclua legendas e intérprete de LIBRAS em seus vídeos&nbsp;</h3>



<p>Você com certeza publica ou já publicou vídeos em suas redes, certo? Acontece que, sem os recursos de legenda e intérprete de LIBRAS, as pessoas com deficiência auditiva não conseguem usufruir do seu conteúdo.</p>



<p>Em algumas plataformas, como o YouTube, já é possível inserir automaticamente as legendas. Mas também é recomendado ter uma janela com intérprete de LIBRAS, contratando um profissional qualificado para fazer a tradução e interpretação na Linguagem Brasileira de Sinais.</p>



<p>Aí, vem a famosa pergunta: precisa dos dois?&nbsp;</p>



<p>Sim! Porque existem os surdos oralizados e alfabetizados, que se viram bem com as legendas, mas existem os surdos não-oralizados e alfabetizados somente em LIBRAS. Por essa razão, é necessário ter os dois recursos para deixar o conteúdo totalmente acessível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Utilize o recurso de audiodescrição em seus vídeos</h3>



<p>Uma outra ferramenta de igual importância é a audiodescrição, que é uma narração do que está sendo visto na tela, para que os usuários com deficiência visual possam “construir a imagem” na sua mente.&nbsp;</p>



<p>Mas a audiodescrição não se restringe às características da imagem. Ela tem a missão de traduzir gestos, expressões e atitudes das pessoas envolvidas na cena, fazendo com que os cegos possam visualizar e até mesmo sentir as mesmas sensações que os demais espectadores em um filme, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Por isso, nem tente fazer uma audiodescrição sozinho; é preciso contratar um profissional especializado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Fale pausadamente&nbsp;</h3>



<p>Não há nada mais desagradável do que assistir a um vídeo e não entender o que a pessoa está falando porque ela fala muito rápido. Esse problema é mais comum do que se imagina e atinge a todo mundo, não só as pessoas com deficiência auditiva.</p>



<p>Então, a dica é: reveja seus vídeos e observe se você fala muito rápido ou tem problemas de dicção. Se esse for o caso, treine para falar mais devagar. Dessa forma, além de melhorar a qualidade dos seus vídeos, você ajuda os usuários com deficiência auditiva a fazer a leitura labial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Aprenda a fazer sua autodescrição</h3>



<p>Vai fazer uma live bacana com convidados superlegais para engajar com seu público? Então, não esqueça de fazer a sua autodescrição e peça para seus convidados fazerem o mesmo.&nbsp;</p>



<p>A autodescrição segue o mesmo padrão da descrição da imagem, que comentei anteriormente, porém, ao invés de descrever no texto, você fará isso de forma oral.&nbsp;</p>



<p>Antes de entrar no assunto principal do seu vídeo ou live, diga como você é, onde está, quem está com você e o que está acontecendo. Assim, fica mais fácil para as <a href="https://treediversidade.com.br/inclusao-de-pessoas-com-deficiencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pessoas com deficiência</a> visual se engajarem com seu conteúdo!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Está na hora de tornar suas redes sociais acessíveis!</h2>



<p>Essas foram as 6 dicas para tornar as suas redes sociais mais acessíveis. Foi útil para você? Então compartilhe este texto e ajude as pessoas que você conhece a descobrirem a importância da acessibilidade nas redes sociais.</p>



<p><strong><em>Para uma gestão de redes sociais eficiente, contar com uma ferramenta de gestão de projetos é essencial. Veja o modelo que criamos no Trello!</em></strong></p>



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		<title>Comunicação acessível: por que precisamos falar sobre isso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fatima El Kadri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2019 21:27:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O último Censo do IBGE, de 2010, aponta que o Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. De lá para cá, esse número já deve estar um pouco maior. Mas só quem tem ou conhece alguma pessoa com deficiência sabe a importância de ter uma comunicação acessível. Pensando nisso, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O último Censo do IBGE, de 2010, aponta que o Brasil tem mais de <strong><a href="https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/20551-pessoas-com-deficiencia.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência</a></strong>. De lá para cá, esse número já deve estar um pouco maior. Mas só quem tem ou conhece alguma pessoa com deficiência sabe a importância de ter uma comunicação acessível.</p>
<p>Pensando nisso, o <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Vivendo</strong> <strong>de Freela</strong></a> traz uma discussão que já faz parte da estratégia das maiores empresas do planeta, e que pode ser um grande diferencial para sua <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/habitos-carreira-de-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">carreira de freelancer.</a></strong></p>
<p>Neste artigo, eu falo sobre acessibilidade na comunicação e como o profissional freelancer pode utilizá-la para posicionar-se melhor no mercado. Curioso para saber mais? Então, vamos lá!</p>
<h2>Por que os freelancers devem aprender sobre comunicação acessível?</h2>
<p>No passado, as pessoas com deficiência faziam parte de um grupo “esquecido” pelas empresas, por não serem considerados cidadãos ativos e potenciais consumidores. Mas, atualmente, a realidade é outra.<br />
A partir da lei de cotas, instituída em 1991, elas ganharam novas oportunidades de se desenvolver profissional e intelectualmente, ainda que de forma muito lenta.</p>
<p>Quase 30 anos depois, podemos dizer que essas pessoas estão saindo da invisibilidade, frequentando escolas e universidades, sendo produtivas e até mesmo se tornando grandes empreendedoras.</p>
<p>Essa transformação passa pela acessibilidade, que, na prática, significa derrubar as barreiras físicas e de comunicação com este público.</p>
<p>E, como mostramos no início, não se trata de uma população pequena, então, muitas dessas pessoas são clientes das organizações para as quais você presta serviço, ou podem vir a ser seus clientes diretos.</p>
<p>Por isso, é necessário produzir um conteúdo que seja compreendido por todos. E também porque colaborar com a diversidade e a inclusão é sempre um bom negócio!</p>
<h2>Como se comunicar de maneira mais acessível para alcançar as pessoas com deficiência?</h2>
<p><strong>Reconhecê-las como potenciais consumidores é o primeiro passo para se aproximar delas.</strong></p>
<p>A próxima etapa é buscar as ferramentas apropriadas para conectar-se com esse público.</p>
<p>Vamos ver, então, quais são as “barreiras” mais comuns que essas pessoas enfrentam na comunicação com as empresas e como eliminá-las.</p>
<h3>Site sem suporte de LIBRAS</h3>
<p>Sem dúvida, a população surda é uma das mais afetadas pela falta de acessibilidade na comunicação.</p>
<p>Estima-se que somente 2 % dos websites que estão no ar sejam realmente acessíveis para os surdos — que representam mais de 9 milhões de brasileiros, segundo informações da <strong><a href="https://handtalk.me/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Handtalk</a></strong>, ferramenta que faz a tradução de textos dos sites para Libras.</p>
<p>Trata-se de um plug-in instalado diretamente no site. Com ele, basta clicar no texto que desejar ler e o personagem Hugo faz a interpretação do conteúdo para a linguagem brasileira de sinais.</p>
<h3>Imagens sem o texto alternativo</h3>
<p>O recurso do texto alternativo já está disponível na maioria das plataformas digitais, como Facebook, Instagram e WordPress, mas poucos conhecem a sua utilidade.</p>
<p>Nesse campo, deve ser inserida uma descrição detalhada da imagem do seu post, assim o usuário cego ou com baixa visão conseguirá “visualizar” o que está sendo mostrado, fazendo a leitura com um software leitor de tela que ele já deve usar normalmente.</p>
<h3>Texto difícil de ler</h3>
<p>Priorizar a linguagem direta é uma lição básica que todo redator conhece, mas vale ressaltar, porque ela se aplica totalmente ao conteúdo acessível.</p>
<p>Isso porque, ao redigir de forma simples e direta, você facilita a leitura de quem tem uma deficiência intelectual, como, por exemplo, a dislexia.</p>
<p>Outra regrinha de ouro que também cabe aqui: evite erros de ortografia, gramática e pontuação. Assim, o seu cliente fica feliz, e o leitor, mais ainda!</p>
<h3>Cores e contrastes do conteúdo</h3>
<p>Esta dica vai para quem é <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-se-tornar-designer-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">designer</a></strong>. Na hora de escolher as cores do seu novo projeto visual, é importante pensar em quem tem daltonismo, distúrbio que impede que a pessoa reconheça ou diferencie algumas cores.</p>
<p>Na dúvida, é melhor optar sempre por cores neutras e evitar muitos contrastes, principalmente no texto. Por exemplo, não use uma fonte totalmente preta sobre um fundo branco.</p>
<h3>Adote legendas em TODOS os seus vídeos</h3>
<p>O destaque na palavra “todos” não é por acaso. Atualmente, o vídeo é o formato de conteúdo mais consumido na internet, portanto, você e seu cliente devem fazer bom uso dele.</p>
<p>Porém, se ele não for totalmente acessível, pelo menos uma boa parte do seu esforço será em vão.</p>
<p>Imagine um surdo vendo um vídeo sem legendas ou interpretação em libras. Ele vai desistir não só do seu conteúdo, mas também do seu produto.</p>
<p>Lembre-se que a comunicação acessível e eficaz é aquela que não possui nenhuma barreira entre o interlocutor e o receptor, e esse pode ser o detalhe que faltava para você conquistar mais clientes!</p>
<p>Agora que você já sabe como se comunicar de maneira mais acessível, faça a diferença e apoie essa causa! Ah, e espalhe este artigo por aí, porque tem muita gente que precisa saber!</p>
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