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	<title>esgotamento &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>esgotamento &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>Workism: quando a paixão pelo trabalho passa dos limites?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fatima El Kadri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 12:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual o significado que o trabalho tem em sua vida? Você já ouviu falar em Workism? A maioria das pessoas nem pensa nisso, mas tem gente que trabalha tanto que acaba transformando o seu trabalho em algo que é muito mais do que um meio para ganhar a vida.  Aquela ideia de que você é [&#8230;]]]></description>
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<p>Qual o significado que o trabalho tem em sua vida? Você já ouviu falar em <em>Workism</em>? A maioria das pessoas nem pensa nisso, mas tem gente que trabalha tanto que acaba transformando o seu trabalho em algo que é muito mais do que um meio para ganhar a vida. </p>



<p>Aquela ideia de que você é o que você faz é levada ao pé da letra e aí a atividade profissional acaba se tornando a coisa mais importante do mundo.   </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><a href="https://www.vivendodefreela.com.br/sobrecarga-no-trabalho-como-evitar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>>> Como evitar a sobrecarga de trabalho como freelancer</strong></a></p></blockquote>



<p>Antes, havia o <em>workaholic</em>, aquela pessoa que passa muito tempo trabalhando. Agora, é um pouquinho mais do que isso; é quando você faz da sua atividade profissional a sua identidade. Esse problema está se tornando tão comum que até já existe até um novo nome para ele: <em>Workism</em>.</p>



<p>Já conhecia esse termo? No texto a seguir, eu explico o que é o Workism e por que o envolvimento exagerado com o trabalho pode ser uma grande cilada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Workism?&nbsp;</h2>



<p><em>“Workism (trabalhismo em português) é a crença de que o trabalho é necessário não apenas do ponto de vista econômico, mas é também o centro da identidade e do propósito de vida de cada um. </em></p>



<p><em>Além disso, prega que qualquer ação realizada para promover o bem-estar humano deve sempre encorajar que as pessoas trabalhem mais”. </em></p>



<p>Essa definição é uma tradução livre do que consta no artigo <a href="https://www.theatlantic.com/ideas/archive/2019/02/religion-workism-making-americans-miserable/583441/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Workism is Making Americans Miserable,</a> de Derek Thompson, jornalista do site The Atlantic.</p>



<p>Derek explica que o Workism é mais favorecido pela cultura americana, calcada no ideal do “sonho americano”, no qual quanto mais você trabalha, mais importante você é.&nbsp;</p>



<p>Aliás, os Estados Unidos são um dos países que têm mais horas de trabalho no mundo. Thompson informa que “entre 1950 e 2012, as horas de trabalho anuais diminuíram cerca de 40% em países como Alemanha e Holanda, enquanto que, nos Estados Unidos, essa diminuição foi de apenas 10%”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><a href="https://www.vivendodefreela.com.br/burnout-sinais-esgotado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>>> Série Burnout: 15 sinais de que você está esgotado</strong></a></p></blockquote>



<p>Embora a realidade do mercado seja muito diferente no Brasil, essa nova maneira de encarar o trabalho também tem ganhado bastante força por aqui nos últimos anos.</p>



<p>Alguns dos fatores recentes que contribuem para isso são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A automação de diversas funções;&nbsp;</li><li>O alto índice de desemprego e o crescimento da informalidade;&nbsp;</li><li>A precarização das leis trabalhistas (terceirização e outras);</li><li>O agravamento da crise econômica causada pela pandemia;</li><li>A prática indiscriminada do home office.</li></ul>



<p>Dito isso, imagine o seguinte cenário: se hoje em dia a maioria das pessoas trabalha em casa, com mais tempo e flexibilidade de horários para realizar suas tarefas, <strong>não há mais aquela divisão de espaço e tempo entre o trabalho e a vida pessoal, de modo que tudo se torna uma coisa só</strong>.&nbsp;</p>



<p>Percebeu que o que era para ser um benefício, se você não tiver disciplina, pode muito bem acabar se tornando uma armadilha? É comprovado que, em casa, as pessoas acabam trabalhando mais do que num escritório, onde o profissional tem hora certa para entrar e para sair. </p>



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<p>No fim das contas, toda essa situação de crise e a “liberdade” para trabalhar acaba levando as pessoas a trabalharem mais do que antes apenas para poder pagar as contas no fim do mês. E, assim, o tempo que deveria ser dedicado ao descanso e ao lazer também é ocupado pelas tarefas profissionais ou domésticas, que agora estão no mesmo ambiente.</p>



<p>Esse círculo vicioso pode ocasionar diversos problemas de saúde, como estresse, dores crônicas, lesões por esforços repetitivos e até o famoso <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/burnout-no-trabalho-como-freelancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Burnout</a>, que é a depressão causada pelo excesso de trabalho.</p>



<p>Aliás, se você quiser saber mais sobre o Workism, indicamos o podcast do <a href="https://www.instagram.com/theculturalcast/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@theculturalcast</a> sobre o tema:</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Como escapar do Workism?</h2>



<p>Não há nada de errado em gostar muito do que você faz e buscar constantemente sua realização profissional, muito pelo contrário. Afinal, é assim que conseguimos alcançar nossos objetivos e evoluir pessoalmente também.&nbsp;</p>



<p><strong>O que não pode é fazer do trabalho o centro da sua vida, a ponto de ser a sua única fonte de prazer e realizações.</strong>&nbsp;</p>



<p>Antes de ser um profissional, você é um ser humano e tem necessidades que vão além do trabalho. Mas, como eu disse antes, as novas formas de atuação exigem que a gente tenha muita disciplina para separar os objetivos pessoais e profissionais. </p>



<p></p>



<p>O primeiro passo para isso é parar de achar que quanto mais ocupado você estiver, melhor, ou de se culpar por trabalhar menos e reservar um tempo maior para estar com sua família. Entenda que <strong>você não é o seu trabalho</strong> — ele é apenas uma parte da sua vida — e comece a priorizar o seu bem-estar. Combinado?</p>



<p><em>E aí, será que você se identifica com o Workism ou conhece alguém que esteja vivendo uma situação parecida? Compartilhe este artigo com seus amigos e ajude-os a sair dessa!<br></em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.vivendodefreela.com.br/cursos/linkedin-para-freelancers-e-profissionais-independentes/" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-1024x512.png" alt="linkedin para freelancers" class="wp-image-8370" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-1024x512.png 1024w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-300x150.png 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-768x384.png 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-1536x768.png 1536w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-2048x1024.png 2048w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2021/08/082021-capa-eventbrite-treinamento-linkedin-16x8.png 16w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p><em>Lembrando que estamos também no nosso <a href="https://www.youtube.com/channel/UCfg-8mM7mWIIyYtRRyIPO-g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal no YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. Assina lá para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="https://www.facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a>, <a href="https://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post! 😃</em></p>
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		<title>Série Burnout: uma receita de esgotamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Santa Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2019 23:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<category><![CDATA[esgotamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar? Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Burnout. O que significa? Quais são as causas? Como evitar? Como se recuperar?</strong></p>
<p><em>Recentemente li um artigo que chamava os Millennials de The Burnout Generation e fiquei muito intrigada. Por um lado me identifiquei e me aliviei ao saber que não estou sozinha. Por outro lado, essa é uma das generalizações mais tristes que já li sobre nós. Como esse é um problema mais comum do que eu imaginava e inspirada pela minha própria experiência recente, resolvi escrever uma série de artigos sobre este tema. Espero que você leitor possa evitar passar por isso, ou que possamos nos ajudar na recuperação.</em></p>
<p><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/burnout-sinais-esgotado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia o primeiro artigo dessa série aqui!</strong></a></p>
<p>Passado o diagnóstico de burnout, uma única pergunta ecoava sem parar: <strong>como eu cheguei nesse estado?</strong></p>
<p>É fácil olhar para os fatores externos: pressões na vida pessoal e no ambiente de trabalho, noites viradas no escritório frequentemente, falta de sono, atritos em relações interpessoais, ritmo frenético de vida&#8230;</p>
<p>Contudo a análise mais eficaz (e dolorida) é a que nos faz olhar para dentro. Afinal, grande parte do meu contexto eu não consigo mudar, então o melhor é entender o que realmente só depende de mim e onde eu posso melhorar.</p>
<h2>Frenesi da capacitação</h2>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/carreira-freelancer-pos-graduacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conciliar trabalho e estudo é necessário</a></strong>: o mundo está em constante mudança, precisamos sempre nos atualizar e nos aperfeiçoar. Então o que nos resta é o malabarismo entre escritório, curso de idiomas, palestras, pós, especialização, workshops, meetups e etc.</p>
<p>Personalidade curiosa, tentativas incessantes de melhorar meu valor como profissional e a minha empregabilidade foram nortes poderosos para emendar curso atrás de curso. Foram anos saindo da “firma” correndo na hora do rush para estudar, lidando com provas, trabalhos, apresentações. <strong>Sou muito grata pela oportunidade de estudar e acesso a cursos de qualidade, porém em retrospecto faria tudo com mais calma, me daria um tempo entre uma certificação, um TCC e a próxima sala de aula.</strong></p>
<h2>The gig economy</h2>
<p>Outro fator estressante para muitos profissionais atualmente é ter diversos empregos, <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/ser-freelancer-nao-e-para-qualquer-um-mas-e-para-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ser freelancer</a></strong>, fazer “bicos”, ter uma renda extra etc. A chamada the gig economy traz flexibilidade, mas também é uma fonte fortíssima de preocupações, cansaço e&#8230; sim, estresse.</p>
<p>Por muito tempo tive um side job como revendedora de cosméticos. Diria que eu executava essa função adicional com uma dedicação bem mediana – comparecia a reuniões quando podia, fazia minhas próprias divulgações, lia sobre a empresa, sobre os lançamentos, sobre como vender mais, sobre como fazer vendas consultivas, dava dicas para as clientes, fazia follow-up depois das compras para saber se estavam satisfeitas&#8230;</p>
<p>Me convenci que enquanto um aumento ou promoção não chegasse, esse era um jeito direto de aumentar a minha renda. O fator controle pesava bastante na continuidade dessa minha “lojinha”, pois resultados melhores dependiam exclusivamente de mim (e do meu tempo, do meu esforço).</p>
<p>Me convencia de que um job ajudava o outro já que eu oferecia batons no escritório e também levava para a companhia técnicas de vendas novas que eu testava com as minhas clientes – no papel era uma troca muito vantajosa mesmo!</p>
<p>No mesmo ano ganhei mais de um prêmio de vendas no meu trabalho “oficial” e também brindes especiais pelo meu desempenho como consultora de beleza (e, sim, simultaneamente conciliando os cursos que eu mencionei acima). Fiquei me achando uma sumidade comercial!</p>
<p><strong>Mas a verdade é que o cansaço me faria ser mediana em tudo</strong> e eventualmente aposentei os cremes e os pinceis.</p>
<h2>Senso de dono e Medo de conflitos</h2>
<p>Ter senso de dono é algo que é muito solicitado aos colaboradores hoje em dia. Confere-se a essa expressão o sentido de que pessoas mais empoderadas e envolvidas tem tanto a autonomia para tomar decisões quanto as dores e senso de urgência do proprietário do negócio. Se você tem “skin in the game”, tem mais responsabilidade e motivação para fazer dar certo, performar melhor, estreitar relacionamento com stakeholders, etc.</p>
<p>No meu caso, entretanto, isso significou uma clara falha em delegar atividades para outras pessoas: fui centralizando tarefas e fui absorvendo qualquer coisa meramente adjacente aos meus projetos e acumulando à minha rotina. Querendo ser proativa e controlar as entregas, acabei me sobrecarregando. Adicionando a isso meu medo de conflitos e a receita do meu esgotamento e burnout estava pronta!</p>
<p>Só agora vejo a minha dificuldade em falar não e o quanto isso me esgotou. Hoje em dia seria sincera em responder caso eu ache que não consiga aceitar um desafio adicional ou caso não possa ajudar alguém / fazer algo a mais.</p>
<p>Essa é a anamnese do meu burnout. Em termos gerais e é a partir daqui que eu estou fazendo mudanças concretas no meu dia-a-dia. Desse passado ficam as valiosas lições e agora é olhar para frente para me recuperar e não deixar essa história se repetir na minha vida e na dos que me cercam.</p>
<p><strong>E você que também está nessa situação? Já parou para refletir como chegou aqui? Como podemos mudar de hábitos e até de estilo de vida para ter mais equilíbrio? Como podemos nos cuidar mais?</strong></p>
<p><em>Para outro artigo da série sobre burnout, especificamente sobre a loucura da comunicação nos dias de hoje, <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/caixa-de-e-mails-vazia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></strong>!</em></p>
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