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	<title>como cobrar por freela &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<description>Blog para Freelancers</description>
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	<title>como cobrar por freela &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>Como freelas se relacionam com dinheiro? Participe da pesquisa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 00:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[Você como empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que coloquei o Vivendo de Freela no ar, duas perguntas estão sempre entre as mais frequentes: quanto cobrar pelos serviços e como gerenciar as finanças sem ter ganhos fixos. Por isso, colocar no ar a pesquisa &#8220;Freela$: como nos relacionamos com o dinheiro?&#8220; é um desejo antigo. O objetivo é nos ajudar a consolidar conhecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que coloquei o Vivendo de Freela no ar, duas perguntas estão sempre entre as mais frequentes: <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/quanto-vale-sua-hora-como-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">quanto cobrar pelos serviços</a> e como gerenciar as finanças sem ter ganhos fixos.</p>
<p>Por isso, colocar no ar a pesquisa <a href="http://bit.ly/2xff6sE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&#8220;</a><a href="http://bit.ly/2xff6sE" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Freela$: como nos relacionamos com o dinheiro?</strong></a><a href="http://bit.ly/2xff6sE">&#8220;</a> é um desejo antigo. O objetivo é nos ajudar a consolidar conhecimento sobre o nosso mercado nesse ponto tão específico, mas também tão importante!</p>
<p>A pesquisa é totalmente confidencial (não estou coletando e-mails junto com as respostas) e a sua participação é muito importante para sabermos de fato:</p>
<p>&#8211; Quanto em média ganha um freelancer em cada área de atuação<br />
&#8211; Como os freelancers se organizam financeiramente<br />
&#8211; Quais são os principais custos mensais de um freelancer<br />
..e algumas outras coisinhas mais!</p>
<h2>Como participar da pesquisa Freela$: como nos relacionamos com o dinheiro?</h2>
<p>Para participar, basta clicar na imagem abaixo e responder as perguntas. Você vai levar no máximo 10 minutos para deixar a sua contribuição!</p>
<p>Agradeço também se puder enviar a pesquisa para amigos e conhecidos que estão na vida de freela. Desta maneira, teremos maior volume de respostas e garantiremos a validade estatística do estudo.</p>
<p><a href="http://bit.ly/2xff6sE"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6502" src="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2019/06/062019_-_pesquisa_freelancer_e_finanças_2_-_retangulo.png" alt="pesquisa como freelas se relacionam com dinheiro" width="600" height="314" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2019/06/062019_-_pesquisa_freelancer_e_finanças_2_-_retangulo.png 1200w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2019/06/062019_-_pesquisa_freelancer_e_finanças_2_-_retangulo-300x157.png 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2019/06/062019_-_pesquisa_freelancer_e_finanças_2_-_retangulo-768x402.png 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2019/06/062019_-_pesquisa_freelancer_e_finanças_2_-_retangulo-1024x536.png 1024w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2>Qual a importância de descobrir como freelas se relacionam com dinheiro?</h2>
<p>Ok, eu falei que o objetivo da pesquisa é responder algumas perguntas comuns sobre o mercado freelance. Mas vai além disso!</p>
<p>Com o aumento dos profissionais buscando o freela como opção de carreira &#8211; tanto por opção, quanto por necessidade, é urgente que a gente comece a profissionalizar mais rapidamente nossa atuação. E isso passa pela consolidação de conhecimento, que permita entender &#8220;onde estamos e para onde vamos&#8221; nesse mercado.</p>
<p>A partir disso, eu e outros produtores de conteúdo poderemos também criar artigos e vídeos mais focados nas reais necessidades dos freelancers!</p>
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		<title>7 erros que custam caro para quem é freela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Autor Convidado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 23:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[Você como empresa]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[prospecção de clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[Ganhar dinheiro como freelancer pode significar algo diferente para cada pessoa. Talvez o seu objetivo seja fazer algum dinheiro extra, enquanto ainda trabalha em tempo integral. Ou, talvez, você faça freela como seu trabalho em tempo integral, da mesma forma como quando estava dentro de um escritório. Essencialmente, os dois objetivos funcionam com a mesma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ganhar dinheiro como freelancer pode significar algo diferente para cada pessoa. Talvez o seu objetivo seja fazer algum dinheiro extra, enquanto <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-conciliar-o-trabalho-tradicional-com-os-freelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ainda trabalha em tempo integral</a>. Ou, talvez, você faça freela como seu trabalho em tempo integral, da mesma forma como quando estava dentro de um escritório. Essencialmente, os dois objetivos funcionam com a mesma finalidade: dinheiro no bolso.</p>
<p>Embora o resultado seja uma conta bancária mais cheia, é difícil manter o controle de tudo o que acontece na sua vida independente  &#8211; especialmente no que diz respeito à <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/6-dicas-de-gestao-financeira-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão financeira</a>. Por isso, aqui estão algumas maneiras pelas quais você pode estar perdendo dinheiro de forma não intencional em seu trabalho (e que você precisa ficar de olho para não acabar no negativo!):</p>
<h2>Assumir demais e apenas dar um mínimo de esforço</h2>
<p>Quando o pagamento é pequeno, você precisa correr atrás, assumindo tantos clientes e projetos quanto possível, certo?</p>
<p>Bem, não é bem assim e aqui está o porquê: você quer que esses clientes novatos se tornem clientes recorrentes. Nesse caso, ser pago R$ 100,00 por um blog  post não vai salvá-lo, mas ser contratado como um redator fixo pode contribuir para ganhar dinheiro consistentemente.</p>
<p>Quando está assumindo muitos clientes, você está apenas dando a cada um deles uma porcentagem de suas habilidades e atenção. A melhor prática é <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-buscar-freelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">começar com alguns clientes</a>, ver com quais você pode criar um relacionamento duradouro e dar a eles tudo de si. Esta técnica pode facilmente render-lhe alguns projetos contínuos e de bom valor.</p>
<h2>Não negociar seus preços</h2>
<p>A maioria dos freelancers já encontrou ou foi encontrado para projetos em que o pagamento estava muito abaixo da média do mercado ou do seu valor pessoal. Se você já passou por isso, sabe que as vozes dentro da sua cabeça começam dizendo &#8220;Bem, é dinheiro, então eu deveria apenas aceitar&#8221;, o que é bastante prejudicial.</p>
<p>Conheça o seu valor e negocie seus honorários. Como freelancers, às vezes estamos trabalhando com clientes de outras áreas, que podem não entender o custo do nosso serviço. Não tenha medo de falar com seu potencial cliente sobre um preço que possa ser justo para os dois lados &#8211; e se ele não puder pagar, então talvez seja melhor seguir em frente.</p>
<h2>Manter clientes sem futuro</h2>
<p>Clientes são ótimos, mas eles também devem evoluir com você e não deixá-lo se sentindo estagnado.</p>
<p>Às vezes, mesmo que o pagamento recorrente seja bom e seguro, se também parecer que você está preso, fazendo as mesmas coisas e sem crescer (tanto pessoalmente quanto monetariamente), talvez seja hora de cortar a corda com esse cliente.</p>
<p>Agora, isso não significa que você deveria apenas dizer adeus sem falar com eles sobre o assunto. Talvez eles achem que você ainda está aproveitando o trabalho semanal garantido e não percebam que quer mais desafios. Sempre fale, mas se a conversa termina onde começou, então é hora de seguir em frente.</p>
<h2>Falta de consistência com os clientes</h2>
<p>Isso é responsabilidade total de você como freelancer, pois somos nós que devemos continuar o contato, mesmo depois que o trabalho for concluído. Isso significa, por exemplo, perguntar por resultados sobre os artigos que escreveu para o blog em determinado projeto, mostrar interesse pelo o que foi alcançado.</p>
<p>Relacionamentos positivos com os clientes levarão mais vezes a uma carga de trabalho mais consistente, além de uma ótima conexão para outras posições.</p>
<h2>Duvidar de sua capacidade em atender clientes maiores</h2>
<p>Clientes muito pequenos funcionam no começo. Você precisa da experiência e <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-fazer-um-portfolio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">construir seu portfólio</a>, mas esses caras não pagam as contas  a longo prazo e podem o levar de volta ao primeiro ponto dessa lista, com muitos clientes e um <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/burnout-no-trabalho-como-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">possível esgotamento</a>.</p>
<p>Duvidar de suas habilidades vai custar-lhe dinheiro e projetos que você poderia ter adquirido se você tivesse se preparado. Empresas maiores pagarão muito mais do que muitas posições divulgadas em <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/sites-de-freela-onde-encontrar-jobs-clientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sites de freela</a>, então é melhor começar a se ramificar &#8211; mesmo que você tenha medo de dar o salto maior.</p>
<h2>Falta de promoção pessoal</h2>
<p>Se tudo o que você está fazendo é concorrer a vagas já postadas, pode ser difícil encontrar novos clientes, pois muitos freelas estão lutando pela mesma oportunidade.</p>
<p>A autopromoção por meio de mídias sociais, encontros e outras redes pessoais é como você encontrará esses trabalhos que não são postados publicamente &#8211; muitas vezes antes mesmo de eles serem definidos. Você pode encontrar um pequeno empresário no momento certo antes que ele queira contratar um freelancer para suas necessidades de negócios e seu discurso pessoal foi o único que amarrou o negócio.</p>
<h2>Impostos e deduções</h2>
<p>Os impostos podem ser a ruína da existência de qualquer freelancer, mas não deveriam ser. A chave para garantir que você não está perdendo dinheiro com impostos é encontrar um <a href="https://www.simplificador.com.br/vivendodefreela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contador que tenha experiência com freelancers</a> e pode tirar o máximo proveito de sua declaração de imposto.</p>
<p>Deduções mal feitas podem ser a diferença de algumas centenas de reais, então você precisa ter certeza de que está trabalhando com alguém que possa ajudá-lo.</p>
<p>Para quem gerencia a si mesmo, a declaração acima se aplica também, mas a responsabilidade recai unicamente sobre você.</p>
<p><em>Post originalmente publicado no <a href="https://blog.freelancersunion.org/2017/02/22/7-freelance-mistakes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blog Freelancers Union</a>, traduzido e adaptado com autorização da autora, Sarah DeGeorge.</em></p>
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		<title>Ser freelancer não é para qualquer um&#8230; mas é para você?</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/ser-freelancer-nao-e-para-qualquer-um-mas-e-para-voce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2017 22:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Como ser Freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[como se tornar freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[profissional autônomo]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[*Este post é uma adaptação do post originalmente publicado no site The Balance. Ser freelancer não é para qualquer um. Definitivamente. Atuar por conta própria vem com a liberdade de escolher no que e para quem você vai trabalhar, mas também demanda organização, coragem e habilidade de enxergar além. Se você está pensando em escolher [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>*Este post é uma adaptação do post originalmente publicado no site <a href="https://www.thebalance.com/why-freelancing-is-right-for-you-2060764" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Balance</a>.</em></p>
<p>Ser freelancer não é para qualquer um. Definitivamente. Atuar por conta própria vem com a liberdade de escolher no que e para quem você vai trabalhar, mas também demanda organização, coragem e habilidade de enxergar além.</p>
<p>Se você está pensando em escolher (ou até mesmo em permanecer) na <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/o-que-fazer-para-comecar-viver-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vida de freelancer</a>, precisa considerar algumas <strong>características dos profissionais que têm sucesso nesse modelo de carreira</strong>.</p>
<h2>7 maneiras de saber que ser freelancer pode ser o caminho para você</h2>
<p>Se a lista abaixo descreve você, talvez seja mesmo o momento de abraçar a carreira como freela. Mas, também, se não for esse o caso, nada impede que você <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/10-habilidades-que-voce-aprende-sendo-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desenvolva algumas habilidades</a> para se dar melhor na vida como profissional autônomo!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5709" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_470169467-min.jpg" alt="freelancer" width="600" height="399" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_470169467-min.jpg 1000w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_470169467-min-300x200.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_470169467-min-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3>1. Você é organizado (ou sabe fingir muito bem)</h3>
<p>Todo mundo conhece aquela pessoa que nunca perde as chaves, tem excelente senso de direção e consegue dar conta de qualquer papelada em sua mesa em menos de dois minutos. Calma, sem entrar em pânico. A boa notícia é que você não precisa ser essa pessoa para ter sucesso como freelancer.</p>
<p>O que você precisa é a habilidade de planejar e de manter um sistema, além do entendimento de que <strong>o tempo usado para organização &#8211; seja de documentos ou de ideias &#8211; nunca é um tempo perdido</strong>. Os momentos que você gasta se preparando para trabalhar e mantendo o acompanhamento de todos os detalhes de seu dia a dia é um investimento para sua <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/8-ferramentas-de-produtividade-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">produtividade</a> no futuro.</p>
<h3>2. Você sabe o que faz de melhor &#8211; e se mantém focado nisso</h3>
<p>Testes de carreira podem dizer onde estão suas aptidões e talentos, mas, às vezes, descobrir o que você deveria &#8220;fazer quando crescer&#8221; pode ser tão simples quanto perguntar a si mesmo: &#8220;<strong>O que eu mais amo no meu trabalho neste exato momento?&#8221;</strong>.</p>
<p>Odeia seu trabalho?</p>
<p>Este também pode ser um sinal. Faça uma lista de <strong>todas suas coisas favoritas no melhor trabalho que já teve</strong> e das piores daquele que menos gostou. Sua meta como freelancer será fazer ao máximo aquilo que consta na primeira lista e evitar o quanto puder o que está na segunda.</p>
<p>Freelancers felizes e de sucesso mantêm essas coisas em mente e não deixam cair em uma rotina em que estejam fazendo o que esteja <strong>longe de seus interesses, personalidade e objetivos pessoais</strong>.</p>
<h3>3.Você é econômico</h3>
<p>Economize para os períodos de vacas magras, pois eles sempre chegam &#8211; especialmente quando você trabalha por conta própria. Pergunte a qualquer pessoa que trabalhe como freelancer por alguns anos e eles provavelmente vão contar que o notebook sempre estraga quando a conta bancária está mais vazia.</p>
<p>Pode até parecer que não, mas economizar é mais simples do que parece. O que você precisa fazer é <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/6-dicas-de-gestao-financeira-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">montar um orçamento</a> que permita reservar sempre um pouco para emergências. Sem dúvidas, você consegue trabalhar melhor se não estiver estressado com dinheiro&#8230;</p>
<p>Parou por aqui pensando que não sobra nada para guardar de dinheiro em um mês? <strong>Então esse pode ser um sinal de que está <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/freelas-por-que-cobramos-tao-pouco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cobrando menos do que deveria</a>&#8230;</strong></p>
<h3>4. Você é auto-motivado</h3>
<p>Muitas pessoas entram na vida de freelancer porque não gostam da rotina diária das 9h às 18h (ou muito mais do que isso) e querem construir a própria. Isso é ótimo, mas apenas se os seus clientes não precisarem falar com você durante os horários habituais de trabalho. E, na maioria das vezes, você vai perceber que eles farão isso. Bastante.</p>
<p>Além disso, você vai precisar ser <strong>capaz de criar e se manter fiel a uma rotina de trabalho minimamente regrada</strong>, mesmo que seja das seis da manhã até o meio dia, apenas duas vezes por semana ou até somente aos finais de semana.</p>
<p>A boa notícia é que o <strong>dinheiro acaba sendo uma maravilhosa motivação</strong>. Afinal, freelancers não recebem se não trabalharem, um fato que pode incentivar até o mais <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-transformar-procrastinacao-em-ocio-criativo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">procrastinador</a> a atingir níveis incríveis de produtividade.</p>
<h3>5. Você assume riscos (cautelosamente)</h3>
<p>Decidir estar por sua própria conta profissionalmente é um risco por si só. Mas, para trabalhar como freelancer, você precisa estar pronto para dar um salto ainda mais arriscado quando a situação valer a pena.</p>
<p>É aí que as habilidades dos tópicos acima entram. Se você for cuidadoso com dinheiro, organizado com seu tempo, ciente de suas necessidades e objetivos e motivado para trabalhar quando for preciso, você está <strong>preparado para correr riscos ocasionalmente a fim de atingir grandes retornos</strong>.</p>
<p>Apenas tenha certeza de que está sendo cauteloso. Por exemplo, não aloque a maior parte do seu tempo atendendo a novos clientes, sem ter a certeza de que eles pagarão na data acordada &#8211; ou que simplesmente pagarão. <strong>Aprenda tudo o que puder sobre as empresas com as quais faz negócios</strong> antes de assinar qualquer contrato. Aí estará pronto para correr todos os riscos!</p>
<h3>6. Você é resiliente</h3>
<p>A melhor maneira de ser um sucesso como freelancer é falhar algumas vezes. Esperamos que em situações pequenas e fáceis de controlar, em que você não precise lidar com consequências mais sérias. É a velha história, <strong>fica mais fácil não entrar em pânico ao levar uma queda se já tiver dado uns tropeções por aí.</strong></p>
<div id="billboard3-sticky--lazy_1-0" class="comp billboard3-sticky--lazy billboard-sticky is-lockable" data-height="600" data-parent=""> Se você decidir ser freelancer, precisa aprender a fazer as pazes com estas pequenas falhas. Inevitavelmente, você vai ter um cliente cujo gênio não vai bater com o seu ou vai participar de algum projeto que não irá vingar. Não importa o quanto você se esforça, existem casos em que não há o que fazer.</div>
<div class="article-content-block-last">
<p>Pior de tudo,<strong> muitas vezes, algum cliente simplesmente não vai pagar pelo seu trabalho</strong>. Nessas ocasiões, é preciso correr atrás para recuperar suas perdas (normalmente trabalhando mais naquele mês específico).</p>
<p>E sempre vale lembrar: freelas de sucesso falham tanto quando os outros. A diferença é que eles se recuperam.</p>
<h3>7. Você acredita em si mesmo</h3>
<p>Trabalhando como freelancer, você sai daquela lógica de tentar impressionar seu chefe para um possível aumento em seu salário. Você terá múltiplos clientes, dos mais diversos perfis, mas <strong>a pessoa mais importante a impressionar é você mesmo.</strong></p>
<p>Se você acha que pode apoiar seus próprios sonhos e acreditar em si mesmo, a liberdade e o desafio de ser freelancer podem ser perfeitos para você.</p>
<p>Apenas lembre de jogar o seu jogo, confiante e disposto a fazer uma pausa quando for necessário &#8211; para depois se recuperar e voltar a trabalhar.</p>
</div>
<h2>Ser freelancer ou não ser?</h2>
<p>Eu tinha essa dúvida antes de decidir viver de freela por um tempo. Apesar da certeza de que iria amar a liberdade desse tipo de trabalho, aquele velho pensamento de &#8220;preciso ser CLT&#8221; não me largava.</p>
<p>Se isso é o que acontece com você, <strong>dê uma chance para a vida de freela (e para a sua própria carreira)</strong>. Não estou falando para abandonar o emprego fixo e se jogar na informalidade, mas simplesmente para fazer tentativas.</p>
<p><strong>Pense, repense, planeje e comece a fazer uns freelas nas horas vagas</strong> &#8211; mesmo que elas sejam poucas. O vídeo abaixo pode ajudar a entender como começar!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZdrA34kwfr8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>Você tem dúvidas se a vida de freelancer é para você? Compartilhe aqui nos comentários quais são suas questões, quem sabe eu consiga ajudar 🙂</em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você não precisa de sites para freelas, acredite.</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/sites-para-freelas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 23:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgando sua marca]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Conquistar a independência dos sites para freelas&#8221;. Quando pergunto para leitores aqui do blog e para amigos que também trabalham como freelancers sobre os maiores objetivos para a carreira, essa costuma ser resposta frequente. E a gente nem precisa entrar muito no detalhe sobre o porquê, né? Aliás, se você chegou neste post, deve estar com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Conquistar a independência dos sites para freelas&#8221;. Quando pergunto para leitores aqui do blog e para amigos que também trabalham como freelancers sobre os maiores objetivos para a carreira, essa costuma ser resposta frequente. E a gente nem precisa entrar muito no detalhe sobre o porquê, né?</p>
<p>Aliás, se você chegou neste post, deve estar com a mesma meta: se <strong>livrar logo dos preços baixos, dos clientes ruins e do relacionamento distante</strong> com quem contrata seu serviço. Acertei? Então espero que possa ajudar com um pouco da minha experiência!</p>
<h2>Como construir sua carreira sem precisar dos sites para freelas</h2>
<p>Preciso confessar que não tenho muita autoridade para falar sobre sites para freelas. Acabei conseguindo boa parte dos meus clientes a partir do relacionamento com ex-colegas de trabalho e da divulgação aqui pelo blog. No mais, até tentei, mas nunca consegui fechar um projeto pelo Workana ou 99freelas e trabalhei em poucos projetos pela Contentools.</p>
<p>Também <strong>não tenho nada contra esses portais</strong> &#8211; inclusive, acho que são ferramentas excelentes para a gente encontrar os primeiros jobs e se aventurar na carreira solo. Mas não há como trocá-los pela divulgação e a negociação dos trabalhos por conta própria. Quem quer realmente <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/o-que-fazer-para-comecar-viver-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">viver de freela</a>, precisa ir além desses sites.</p>
<p>Se para você esse objetivo ainda parece distante, compartilho abaixo algumas dicas do que fiz na minha experiência como freela:</p>
<h3>1. Tenha um portfólio</h3>
<p>Não dá para buscar trabalho como freelancer por conta própria se não puder comprovar sua experiência. Portanto, se não tiver um bom portfólio, melhor nem começar esse processo por enquanto &#8211; ou pode acabar só conseguindo pegar job pequeno ou mal pago.</p>
<p>Mas aí vem um círculo vicioso &#8211; que faz literalmente alguns freelas andarem em círculos &#8211; <strong>como construir um portfólio sem ter cliente?</strong> Olha, não que seja o ideal, mas essa é uma das únicas situações em que recomendo o &#8220;<a href="http://www.vivendodefreela.com.br/4-maneiras-de-nao-trabalhar-por-reconhecimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trabalho por indicação</a>&#8220;. Sim, vale a pena se sujeitar a trabalhar para parentes, amigos ou conhecidos na &#8220;amizade&#8221; para ter o que mostrar no portfólio.</p>
<p>É claro, o melhor é se você conseguir cobrar, mesmo que um valor irrisório, apenas para não criar a cultura do &#8220;ajeita para mim&#8221; chegando toda hora pelo WhatsApp&#8230;</p>
<p>Outra estratégia legal para montar um portfólio e <strong>demonstrar suas habilidades é produzir conteúdo</strong>. Eu fiz isso aqui com <a href="http://www.vivendodefreela.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vivendo de Freela</a>, assim como outros profissionais que admiro bastante no meio. Alguns deles participam desse <a href="https://soundcloud.com/yellowcast/produzir-conteudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">podcast que é uma verdadeira aula sobre o tema</a>.</p>
<p>Depois, com experiência para comprovar, não esqueça de montar seu portfólio de forma objetiva, destacando aqueles trabalhos que tenham de fato a ver com os serviços que quer prestar e com o mercado que deseja abordar. Neste <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/4-dicas-para-montar-seu-portfolio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">post aqui </a> já demos algumas dicas para quem é da área de criação.</p>
<h3>2. Construa relacionamentos com os clientes</h3>
<p>Poder ter um relacionamento real com seus clientes é uma das maiores vantagens de se tornar independente dos sites para freelas. Se tiver essa chance, não desperdice! <strong>Manter um contato próximo com quem contrata seus serviços</strong> ajuda na percepção de valor do trabalho, na renovação ou aumento dos jobs e, principalmente, na boa e desejada indicação.</p>
<p>A maioria dos profissionais peca nesse ponto, seja por falta de experiência, seja por falta de paciência em participar de reuniões ou simplesmente por não gostar de responder e-mails e mensagens no menor tempo possível. Tudo bem, freelancer é um profissional independente e <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/clientenaotetratecomoempregado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cliente não é chefe</a>, mas isso não significa que ignorá-lo por horas (ou dias) seja o melhor para sua carreira&#8230;</p>
<h3>3. Divulgue seu trabalho</h3>
<p>Sabe aquele tempo que você perde se candidatando em projetos que nunca vai conseguir fechar nos vários sites para freelas dos quais participa? Dá para tornar ele bem mais valioso investindo na <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/vendas-para-freelancers-guia-para-quem-nao-gosta-de-vender/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">divulgação do seu próprio trabalho</a>. E aqui vale tudo que fizer sentido dentro do mercado que você atua e direcionado ao perfil de clientes que você deseja atingir.</p>
<p>No meu caso, criei o <a href="http://www.vivendodefreela.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vivendo de Freela</a>, usei muito o <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-promover-se-trabalho-como-freelancer-no-linkedin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>, fiz bastante <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/networking-para-freelancers-o-poder-do-relacionamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">networking</a> e também <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/fora-do-home-office-trabalhando-no-coworking-da-fiap/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">saí um pouco do home office</a> para ter a chance de conhecer potenciais clientes além da &#8220;minha bolha&#8221;. O que faz sentido para você?</p>
<h3>4. Seja o melhor profissional que puder (sem clichê!)</h3>
<p>Desculpe pelo clichê desse tópico, mas será que não tem uma pequena culpa sua nessa história de depender dos sites para freelas? Confesso que do meu lado tinha. Quando apenas usava o trabalho de freelancer para aumentar a renda, entregava <strong>&#8220;serviço de plataforma em troca de valor de plataforma&#8221;</strong>.</p>
<p>Não tinha contato com cliente, não dependia do freela para viver, muitas vezes não tinha feedback sobre o trabalho&#8230; então por que ia prestar o melhor serviço que pudesse? Pois é, a motivação para isso veio só quando encarei a vida de <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/minhas-primeiras-semanas-como-freelancer-full-time/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">freelancer full time</a>.</p>
<p>Fazer sempre o melhor que pudesse e me esforçar para estar conectada à estratégia do cliente foi o que me ajudou a aumentar o valor do trabalho, a receber boas indicações e a deixar de ser simplesmente &#8220;uma redatora&#8221;. Para alguns clientes meu trabalho se tornou tão importante que rendeu até proposta de emprego!</p>
<h3>5. Faça investimentos em si mesmo</h3>
<p>Seguindo na linha de ser o melhor profissional que puder, não deixe de investir em si mesmo. Você pode ter um texto excelente, mas se não souber muito de SEO ou achar WordPress um bicho de sete cabeças, dificilmente vai conseguir bons trabalhos como redator de conteúdo. O mesmo vale para os designers que não trabalham com online e por aí vai&#8230;</p>
<p>A internet está cheia de <strong>cursos, certificações e eventos online</strong> que podem ajudar você a adicionar alguns serviços em suas propostas. E, mesmo que sejam pagos, em muitos casos vale o investimento. Ele vai retornar em fee de trabalho em curto ou médio prazo, acredite!</p>
<h3>6. Aumente a sua margem</h3>
<p>Se a ideia é se ver livre dos sites para freelas, quando pegar algum job por conta própria, não esqueça de aumentar (e bem!) a sua margem. Basta pensar que <strong>todos os custos de divulgação, prospecção e gestão do projeto serão pagos por você</strong>, não mais por um site. Isso valoriza seu trabalho e o ajuda a oferecer um serviço melhor também, sem aquela pressão de ter uma grande quantidade de projetos rodando ao mesmo tempo.</p>
<p>E a boa notícia é que existe um mundo enorme de freelas e clientes fora dessas plataformas, acredite. Com um bom esforço em <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/guia-de-vendas-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vendas e divulgação</a>, você começa a fazer parte dele e até a perceber que cobrar um preço muito baixo pode ser o ponto para perder projetos.</p>
<p>E, caso ainda tenha dúvidas sobre como definir um valor que seja justo para você e para o cliente, vale a pena assistir ao vídeo abaixo, que gravei para ajudar a pensar no custo da hora como freela &#8211; base para fechar o preço de qualquer projeto.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V75Jhub13fQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>7. Corra os riscos necessários</h3>
<p>É claro, nada disso dá certo se você não estiver disposto (e preparado financeiramente) para correr os riscos. Sim, pode ser que fique sem projetos por um tempo. <strong>Sim, vai ter que fazer alguns investimentos. Mas só assim você consegue sair da lógica do menor preço pelo seu trabalho</strong>.</p>
<p>Quando comecei a atuar como freela full time, por exemplo, decidi que iria investir pelo menos metade do meu tempo aqui no blog. Por mais que não fosse algo remunerado, com o tempo foi o que de fato me gerou pedidos de orçamento e deu credibilidade aos meus serviços como redatora. Esse foi o risco que eu corri, qual vai ser o seu?</p>
<h2>Tudo bem, a independência pode vir aos poucos!</h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5659" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/07/pexels-photo-247851-min.jpeg" alt="liberdade" width="500" height="284" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/07/pexels-photo-247851-min.jpeg 2048w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/07/pexels-photo-247851-min-300x170.jpeg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/07/pexels-photo-247851-min-768x436.jpeg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/07/pexels-photo-247851-min-1024x582.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Tem um ponto que não poderia deixar de falar: <strong>calma que essa transição não precisa ser do dia para a noite</strong>! Eu bem sei que não dá para &#8220;largar tudo e ir atrás do sonho&#8221; sem pensar nas contas para pagar. Por isso, se quer mesmo trabalhar de forma ainda mais autônoma, planeje como virá essa independência dos sites para freelas.</p>
<p>Comece correndo seus riscos aos pouquinhos, assim como a se conectar melhor com nosso mercado, a pedir recomendações para seus amigos e ex-colegas e a procurar jobs em outros canais (sites como <a href="https://trampos.co/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Trampos.co</a>, grupos no Facebook..). Aos poucos, esse novo caminho vai se trilhando &#8211; desde que você leve em consideração também os outros pontos que falei antes neste post.</p>
<p>Para tornar esse objetivo ainda mais concreto, não deixe também de colocá-lo no papel, com <strong>metas e ações claras</strong>. Aqueles post its colados na parede do <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/infografico-do-home-office-produtivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">home office</a> para todo mundo ver são um belo incentivo!</p>
<h2>Você quer mesmo viver sem os sites para freelas?</h2>
<p>Se você chegou até o fim deste post, provavelmente queira de verdade construir uma carreira sem os sites para freelas, certo? Mas se não for essa a ideia, se você tem outros objetivos, se está buscando um emprego fixo&#8230;calma, tá tudo bem!</p>
<p>Os sites para freelas podem continuar sendo sua ferramenta de trabalho nesse período, sem pressa e sem pressão. Apenas lembre de <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/os-pros-e-contras-das-plataformas-de-trabalho-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">usar os serviços delas de forma mais estratégica</a>, tanto para você quanto para o mercado.</p>
<hr />
<p><strong><em>Você consegue viver de freela tendo sua própria carteira de clientes, sem precisar contar com os sites para freelas? Conte nos comentários como fez para conquistar sua &#8220;independência&#8221;!</em></strong></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>Freelas: por que cobramos tão pouco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2017 01:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgando sua marca]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[como se tornar freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[Faz algum tempo eu lancei uma pergunta nas redes sociais do Vivendo de Freela: por que os freelas cobram tão pouco por seus serviços? Perguntinha cretina, né? Mas queria sair um pouco do óbvio &#8220;é o que os clientes podem pagar&#8221; (apesar de este ser um dos principais motivos apontados por vocês). Agora, uns 3 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz algum tempo eu lancei uma pergunta nas redes sociais do Vivendo de Freela: <strong>por que os freelas cobram tão pouco por seus serviços?</strong> Perguntinha cretina, né? Mas queria sair um pouco do óbvio &#8220;é o que os clientes podem pagar&#8221; (apesar de este ser um dos principais motivos apontados por vocês).</p>
<p>Agora, uns 3 meses depois da “enquete”, resolvi escrever este post. Pensei, pensei, digeri o assunto e me perguntei de volta: mas tem mesmo que ser assim? A verdade é que não acredito que precise. Talvez inocência, talvez confiança demais no mercado, entretanto vejo que tem um caminho diferente a seguir por aí. Acredita junto comigo?</p>
<h2>As desculpas para cobrarmos pouco &#8211; e porque são desculpas!</h2>
<p>No fim das contas, acredito que muito do que alegamos para cobrar pouco pelos serviços é desculpa. Sim, desculpa. E você deve estar contanto algumas delas para si mesmo agora.</p>
<p>Desculpa para não dar a cara para bater, para não <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/vendas-para-freelancers-guia-para-quem-nao-gosta-de-vender/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">arriscar nas vendas</a>, para não pensar um serviço diferenciado e até para não entregar um trabalho acima da média. Estou um pouquinho polêmica nesse post, mas vai dizer que não bateu um <em>mea culpa</em> aí?</p>
<p>Para justificar tudo isso, listei abaixo o que penso e que aprendi como freelancer. Adoraria ouvir outras opiniões, contrapontos, sugestões e até alguns &#8220;vem cá, você tá maluca?&#8221; (mas espero um bom motivo para isso!)</p>
<h3>1. Os clientes não querem pagar o que é justo</h3>
<p>Sim, essa é uma verdade: o cliente nunca quer pagar o que você pede (quando aceita assim de cara é porque você já está cobrando barato demais, acredite). Mas isso é a realidade para quase qualquer negociação comercial &#8211; ou você nunca pechinchou?</p>
<p>Somado a isso, <strong>empresas que contratam freelancers muitas vezes não têm conhecimento sobre a complexidade do trabalho</strong>, duração da execução e até sobre sua experiência profissional. O quanto isso está aparecendo em suas propostas? Com certeza, mandar só um preço no corpo do e-mail não contribui para receber uma boa fee.</p>
<p>Outro ponto importante é: nenhuma empresa fecha todos os negócios para o qual passa um orçamento ou cotação. Em alguns mercados a proporção é bem baixa, inclusive. Tenha uma gordurinha para queimar em seu planejamento comercial, assim, fica muito mais fácil fugir dos clientes que não querem ser justos no pagamento (porque alguns querem explorar mesmo, não dá para negar).</p>
<p>Por fim, se não acha o valor que oferecem justo, nada o obriga a aceitar o job. Ainda tem coisa mais útil que você pode fazer com seu tempo. Inclusive para ajudar a cobrar mais lá na frente.</p>
<h3>2. Outros freelas cobram mais barato</h3>
<p>É verdade. Mas assim também não acontece com os salários dentro das empresas? No mundo de trabalho tradicional, a remuneração leva uma série de fatores em conta. Ao contratar um freelancer, o cliente deve pagar de acordo com alguns fatores semelhantes: experiência, tempo disponível para dedicação, capacidade de atendimento ao prazo, etc.</p>
<p>Por isso, é claro, <strong>vão existir freelas que cobram menos do que você – assim como alguns que cobram mais</strong>. O ponto chave é comunicar ao cliente o porquê de você praticar esse preço. Se ele tiver verba para pagar apenas por um freela menos experiente, tudo bem. Volte sua atenção para aqueles clientes que precisam de profissionais no seu perfil (acredite, eles existem).</p>
<p>E não esqueça: sempre dá para pensar em como é possível “subir” seu preço aprendendo novas habilidades ou especializando-se naquilo que já faz.</p>
<h3>3. Não podemos concorrer com uma agência</h3>
<p>Essa foi uma das razões que mais me colocou a pulga atrás da orelha. Por que ela tem um lado muito verdadeiro, não? É fato que não temos a estrutura de uma agência para nos suportar, que estamos ali sozinhos entregando um job. Mas não dá para chegar mais perto? Dá sim!</p>
<p>Eu sempre fiz muito disso, trabalhar em parceria com outros freelas com habilidades e experiências complementares para entregar projetos mais amplos de comunicação e marketing. É claro, nunca consegui chegar no preço de uma agência, mas estive bem mais perto.</p>
<p>E, afinal, <strong>você sabe mesmo quanto cobra uma agência por um serviço?</strong> Pode ser bem mais do que está pensando ao formular seu preço&#8230;</p>
<p>Que tal sair deste post com uma lista de áreas nas quais seria bom ter um parceiro? Apenas como um exemplo: sendo profissional de conteúdo, não posso viver sem estar em contato com alguns designers e desenvolvedores, com quem trabalho “trocando” indicações para projetos maiores ou até com subcontratação.</p>
<h3>4. Se não cobrarmos barato, ficamos sem trabalho</h3>
<p>Hummm&#8230;. vamos pensar bem: cobramos muito barato para poder ter mais trabalho, mas ainda assim não conseguimos nem pagar as contas. Será que não vale a pena trocar esses 10 “clientinhos” por um “clientão” e dividir o tempo com um pouco de <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/guia-de-vendas-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vendas</a> ou aperfeiçoamento profissional?</p>
<p>Já falei sobre isso em outro post, nós temos pavor de ouvir a palavra “vendas”, mas por isso ficamos presos em plataformas e <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/sites-de-freela-onde-encontrar-jobs-clientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sites de freelas</a> nos quais só os clientes muito pequenos estão, oferecendo projetos naqueles valores absurdos que nem vale a pena começar a comentar por aqui&#8230;</p>
<p>Vale dizer que quando falo em vendas você nem precisa ir tão longe e se imaginar um dia inteiro fazendo cold call. É muito mais sobre construir um bom portfólio, reforçar sua marca pessoal, divulgar seu trabalho, fazer uns <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/linkedin-uma-super-plataforma-para-quem-vive-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contatos pelo LinkedIn</a>&#8230; totalmente possível, não?</p>
<h2>Agora&#8230;. alguns motivos são verdadeiros!</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5492" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/04/25388715424_65480dbf18_k.jpg" alt="freelancer" width="500" height="334" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/04/25388715424_65480dbf18_k.jpg 1400w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/04/25388715424_65480dbf18_k-300x200.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/04/25388715424_65480dbf18_k-768x512.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/04/25388715424_65480dbf18_k-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Ok, depois de eu ter dado esse enorme sermão sobre as desculpas para não cobrarmos um valor justo para nós mesmos, tenho que admitir que alguns pontos são verdade e impactam na visão que os clientes têm sobre todo o mercado freela. Tenho meus dois centavos sobre eles também, com algumas dicas para ajudar!</p>
<h3>1.Não sabemos definir um serviço de valor</h3>
<p>Quantos “escrevedores de artigo de blog” e “fazedores de logo” você tem visto por aí? Eu vejo aos montes, em todos os sites de freelas e grupos no Facebook.</p>
<p>Se quiser, você não precisa ser um deles. Em vez de cobrar por job avulso (e muitas vezes sem valor agregado), mostre-se como um profissional mais completo, como alguém capaz de entregar uma estratégia. Para isso, você precisa ter um serviço bem claro e definido, como se fosse uma pequena empresa ou agência. Já parou para desenhar isso?</p>
<h3>2. Não calculamos bem os custos</h3>
<p>Quanto cobrar pelo meu freela? Essa é a pergunta que mais escuto desde que criei o Vivendo de Freela. E, na verdade, eu mesma ainda tenho que queimar um pouco de neurônio cada vez que monto uma proposta. Já escrevi 2 posts e também gravei um vídeo sobre o tema, fica como dever de casa. 😉</p>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-definir-preco-para-seu-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&gt;&gt;Leia: Como definir preço para seu freela?&lt;&lt;</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/quanto-vale-sua-hora-como-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&gt;&gt;Leia: Quanto vale sua hora como freela?&lt;&lt;</a></strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V75Jhub13fQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>3.Não divulgamos bem nosso trabalho</h3>
<p>Tem muito freela por aí que nem mesmo a própria família e os amigos mais íntimos sabem o que faz – poxa, logo os maiores promotores do nosso trabalho! Para que os clientes comecem a chegar até você, também já separamos algumas dicas nesse post do blog:</p>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-promover-se-trabalho-como-freelancer-no-linkedin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&gt;&gt;Como promover seu trabalho como freelancer no LinkedIn&lt;&lt;</a></strong></p>
<h3>3. Não nos aperfeiçoamos como profissionais</h3>
<p>Esse ponto vale um post por si só, mas a verdade é que quando a gente atua apenas como <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/minhas-primeiras-semanas-como-freelancer-full-time/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">freelancer full time</a>, fica muito fácil se desprender um pouco do que está acontecendo na nossa área, principalmente para quem fica isolado no <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/infografico-do-home-office-produtivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">home office</a>.Também não sobra muito tempo (ou dinheiro) para participar de todos os eventos e cursos que gostaríamos.</p>
<p>Por isso, vale pelo menos guardar parte do tempo semanal para ler os principais blogs e sites do seu setor e para tentar bater um papo com alguém de sua área – ou corre o risco de ficar parado em suas verdades absolutas e não ver o tempo chegar e atropelar você com novas tendências.</p>
<p>Eu gosto de ficar de olho nos eventos divulgados no <a href="https://www.meetup.com/pt-BR/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Meetup</a> e nos realizados no <a href="https://www.campus.co/sao-paulo/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Campus</a> – de graça, minha gente! Essas são ótimas oportunidades de aprendizado e para fazer <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/networking-para-freelancers-o-poder-do-relacionamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">networking</a> (nunca vi potencial cliente batendo na porta do home office, mas trocando ideia em evento&#8230;).</p>
<h3>4. Não investimos em nós como uma empresa</h3>
<p>Caso ainda não tenha percebido, você é uma empresa. Ou melhor, uma eupresa. Tem que entregar job, fazer proposta, divulgar trabalho, <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/6-dicas-de-gestao-financeira-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">organizar as finanças</a>&#8230; que tal assumir isso de uma vez por todas e começar a pensar em estratégias para ter mais clientes?</p>
<p>Planejamento de marketing, planejamento financeiro, meta de investimento, estratégia de serviço e de vendas&#8230; tem um bom caminho aí para trabalhar que pode ajudá-lo a se diferenciar no mercado e a encontrar clientes mais qualificados.</p>
<h2>Vamos aumentar esse precinho aí?</h2>
<p>Pronto, acabou o textão. Mas, com certeza, ficaram bons pontos para a gente discutir, né? Agora <strong>quero ouvir sua opinião!</strong> Acredita que isso possa dar certo? Tentou e não funcionou? Deixe aqui nos comentários suas impressões e experiência!</p>
<p>E, se achar que faz sentido, aproveita e já melhora um pouco essa tabela de preços antes de enviar a próxima proposta! O máximo que você pode ouvir é um “está acima do esperado” e, caso interesse, propor algum desconto.</p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>6 dicas de gestão financeira para freelancers</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/6-dicas-de-gestao-financeira-para-freelancers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GuiaBolso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 00:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[Você como empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise mostrou-se como oportunidade para alguns brasileiros. Diante do desemprego, muitos consumidores passaram a fazer trabalhos como freelancer para complementar a renda ou mesmo encarar como a renda principal. Às vezes, o trabalho é até realizado sem sair de casa, como é o caso de redatores, editores de vídeo e outros. Em todos os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise mostrou-se como oportunidade para alguns brasileiros. Diante do desemprego, muitos consumidores passaram a fazer trabalhos como freelancer para complementar a renda ou mesmo encarar como a renda principal. Às vezes, o trabalho é até realizado sem sair de casa, como é o caso de <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/por-que-ser-redator-de-conteudo-freelancer-e-uma-boa-oportunidade-em-2017/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">redatores</a>, editores de vídeo e outros. Em todos os casos, porém, o trabalho freelance é coisa séria e deve ser encarado como negócio!</p>
<h2>Como organizar suas finanças como freelancer</h2>
<p>Para que você não se perca nas contas e faça uma boa gestão do seu negócio, o <a href="https://www.guiabolso.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GuiaBolso</a> &#8211; site e aplicativo de finanças pessoais &#8211; separou dicas infalíveis para sua gestão financeira como freelancer! Confira e fique com a sua conta no azul.</p>
<h3>1. Calcule o seu salário</h3>
<p>Tudo o que um profissional recebe por um trabalho deve ser dividido entre três principais categorias: salário, custos e reserva de investimento. É importante, portanto, que o freelancer sempre tenha em mente quanto deveria ser o seu salário para incluir o valor nos orçamentos realizados e separar a quantia assim que receber o dinheiro.</p>
<h3>2. Tenha reservas para investir no negócio</h3>
<p>Da quantia recebida nos trabalhos, é essencial separar uma parte para reinvestir no negócio. Afinal, só assim ele irá crescer. Dessa maneira, se você precisar fazer um curso, comprar algum software ou máquina, terá capital de giro para investir nesta melhoria do negócio e não terá de recorrer a nenhuma linha de crédito.</p>
<h3>3. Não se esqueça dos custos</h3>
<p>Não se esqueça de listar todos os custos que você teve para determinado trabalho, seja com a internet gasta, com o transporte ou com o material utilizado. Com estas despesas somadas, você irá saber exatamente quanto do valor recebido está sendo usado para pagar custos. Isto te ajuda a mensurar melhor qual deveria ser o preço do seu trabalho em um orçamento, já que não vale a pena ter um negócio se ele não estiver cobrindo pelo menos os custos e o seu salário, né?</p>
<h3>4. Separe despesas pessoais das despesas da empresa</h3>
<p>Para fazer uma boa gestão do seu <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/o-que-fazer-para-comecar-viver-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">trabalho freelance</a>, você deve separar o que é despesa pessoal (e que deveria ser paga com o seu salário do tópico 1) e o que é despesa do seu negócio (e que deve ser custeado pela quantia que falamos no tópico 3). Só com essa divisão você saberá se o problema está no controle de despesas pessoais ou se os custos da empresa estão altos, caso esteja com a conta negativa.</p>
<h3>5. Planeje seu fluxo de caixa</h3>
<p>Como todo mundo sabe, trabalhar como freelancer faz com que em alguns meses você tenha uma renda surpreendentemente alta e em outros tenha de consumir reservas financeiras. Para se preparar para os momentos de baixa, além de ter as reservas, uma dica é fazer uma planilha de controle de ganhos e gastos. Trata-se de um fluxo de caixa em que você vai listar quando irá receber por determinado freela e se terá alguma despesa extra em alguma data. Isso te ajuda em muitos aspectos! Por exemplo, se verificar que em algum mês o seu negócio terá uma receita baixa, você pode investir mais na <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-promover-se-trabalho-como-freelancer-no-linkedin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">divulgação do seu trabalho</a> ou focar em freelas que te paguem em prazos curtos.</p>
<h3>6. Tente construir uma carteira de freelas fixos</h3>
<p>Algumas demandas no mercado são recorrentes. No mundo de freelas, portanto, pode ser uma boa saída oferecer descontos progressivos se a empresa realizar mais de um trabalho com você. Assim, você retém o cliente e faz com que ele te passe freelas por mais tempo.</p>
<h2>Organize as finanças para &#8211; de fato &#8211; viver de freela!</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4539" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/04/12435-NO8F2I.jpg" alt="dinheiro" width="400" height="247" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/04/12435-NO8F2I.jpg 800w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/04/12435-NO8F2I-300x185.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/04/12435-NO8F2I-768x474.jpg 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Seguindo essas dicas, temos certeza que você fará uma ótima gestão do seu negócio, porque trabalhar por conta própria é isso: sempre deve ser encarado como um negócio próprio, com receitas e custos que devem ser acompanhados de perto. Pronto para começar sua organização financeira?</p>
<hr />
<p><em>Você aposta em alguma outra estratégia para manter sua gestão financeira em dia e conseguir crescer como freelancer e também como empresa? Compartilhe aqui nos comentários o que faz para ter sempre as finanças bem organizadas!</em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<item>
		<title>Os prós e contras das plataformas de trabalho freela</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/os-pros-e-contras-das-plataformas-de-trabalho-freela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Villarim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 00:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como ser Freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgando sua marca]]></category>
		<category><![CDATA[carreira freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[como ser freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[marketing pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[profissional autônomo]]></category>
		<category><![CDATA[prospecção de clientes]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando comecei a empreender como freelancer e já com a definição do que eu teria a oferecer como serviço, a primeira pergunta que me veio à cabeça foi: “Onde você vai arrumar trabalho, por onde começar? ” Como essa ideia de trabalhar por conta própria já era antiga e, no passado, já havia feito algumas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comecei a empreender como freelancer e já com a definição do que eu teria a oferecer como serviço, a primeira pergunta que me veio à cabeça foi: <strong>“Onde você vai arrumar trabalho, por onde começar? ”</strong></p>
<p>Como essa ideia de trabalhar por conta própria já era antiga e, no passado, já havia feito algumas pesquisas, passei a me cadastrar em plataformas de trabalho freelance.</p>
<p>De lá para cá, já se foram mais de 2 anos e, nesse período, pude viver todo o tipo de experiência com os <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/sites-de-freela-onde-encontrar-jobs-clientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sites de freelas</a>. Encontrei muitos projetos e algumas parcerias que perduram, porém também não faltaram roubadas e decepções &#8211; mas isso eu conto em outro momento&#8230;</p>
<h2>O que aprendi na prática sobre plataformas de trabalho freela</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5276" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/12/startup-photos.jpg" alt="freelancer" width="500" height="334" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/12/startup-photos.jpg 940w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/12/startup-photos-300x200.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/12/startup-photos-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Agora, voltando à nossa conversa, a minha pergunta hoje é: <strong>Afinal de contas, quais são as vantagens e desvantagens de depender das plataformas de trabalho freela?</strong></p>
<p>A vovó já dizia que não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta e meu desafio hoje é justamente não depender 100% das plataformas. Quero poder encontrar meus clientes de forma mais direta, ir para a guerra, <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/vendas-para-freelancers-guia-para-quem-nao-gosta-de-vender/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vender meu serviço</a> e diversificar.</p>
<p>Essa é, inclusive, a motivação para a minha pergunta e o que me fez pensar em algumas das vantagens e desvantagens em atuar dentro dessas plataformas. Espero que a reflexão sobre o que aprendi na prática ajude você também!</p>
<h3>As vantagens das plataformas</h3>
<h4>1. O trabalho vem até você</h4>
<p>Nas plataformas, o cliente de fato está interessado na busca de um profissional que resolva os seus problemas. Com isso, o trato é mais objetivo (ao menos em tese). Além disso, as plataformas oferecem diariamente opções de jobs para os mais variados segmentos, podendo o freelancer escolher aqueles projetos com os quais mais se identifica e nos quais é especialista para se candidatar.</p>
<h4>2. Possibilidade de contato com clientes potenciais</h4>
<p>No geral, um cliente que busca os serviços de uma plataforma freelance não quer perder tempo, ele quer ter contato rápido com o profissional procurado e, em muitos casos, essa relação acaba gerando parcerias duradouras. Isso é importante, pois você está conectado com quem realmente está interessado na contratação de um profissional freela.</p>
<h4>3. Garantia nos pagamentos</h4>
<p>Muitas plataformas atuam como verdadeiras mediadoras entre cliente e profissional freelancer, garantindo o pagamento e arbitrando questões na relação comercial estabelecida. Assim, pode-se trabalhar tranquilo, sabendo que no fim do projeto o pagamento será feito.</p>
<h4>4. Qualificações</h4>
<p>Geralmente as plataformas qualificam seus usuários, com pontuações, graduações ou estrelas. Essas qualificações acabam destacando perfis com boas notas e, inclusive, o profissional passa a receber convites para projetos por estar bem posicionado no ranking.</p>
<h4>5. Suporte técnico</h4>
<p>As plataformas costumam oferecer suporte técnico em caso de dificuldades, dúvidas ou problemas dentro das ferramentas.</p>
<h3>Mas também existem desvantagens&#8230;</h3>
<h4>1. Leilões</h4>
<p>Com uma ampla concorrência se candidatando aos jobs, o leilão é quase inevitável. Infelizmente, muitos clientes também estão preocupados somente com a oferta, e não com a qualificação do prestador de serviço. Com isso, você fica refém de um leilão onde muitas vezes quem ganha não é o mais qualificado, mas sim o que oferece o menor preço.</p>
<h4>2. Vendedores de banana</h4>
<p>Mas o que é isso? Explico: são “profissionais” (esses merecem muitas aspas) que por falta de noção, ignorância ou mesmo por pura tolice, oferecem seus serviços a preço de banana. O triste é que esses profissionais são mais comuns do que imaginamos dentro desses sites, sendo os grandes responsáveis por tornar as plataformas um local de leilões.</p>
<p>“Vendedores de banana” ignoram os preços praticados no mercado, os custos envolvidos na execução dos projetos, bem como o custo do tempo investido em um trabalho, o custo da formação profissional e também o quanto a experiência de um profissional pode impactar no <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/quanto-vale-sua-hora-como-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">preço final de um projeto</a>. Os verdadeiros vendedores de banana, aqueles profissionais das feiras livres, têm muito mais noção de mercado que os aventureiros “vendedores de banana freela”.</p>
<h4>3. Comissões</h4>
<p>Boa parte das plataformas cobram comissões para cada trabalho freelance conquistado pelo profissional. Algumas delas chegam a cobrar até 20% sobre o valor final do projeto, o que acaba obrigando você a aumentar o valor da proposta. Lembrando que as plataformas já cobram uma taxa mensal para “Plano Premium” e muitas, além de taxar o freelancer, também taxam os clientes.</p>
<h4>4. Comodismo</h4>
<p>Para não ser injusto, esse ponto não é culpa das plataformas, dos clientes ou dos aventureiros “vendedores de banana”. Para alguns profissionais, a experiência com as plataformas pode ser tão boa que eles entram em uma zona de conforto. Não que todas as pessoas tenham que ou queiram alçar voos mais altos, mas é um risco que se corre, as plataformas podem nos deixar preguiçosos e acomodados, pensando que não é possível fazer negócios de outra forma.</p>
<h4>5. Comunicação</h4>
<p>Algumas plataformas limitam muito a comunicação entre cliente e profissional &#8211; e algumas até censuram profissionais por quererem trocar dados comerciais com o cliente. Esse ponto, na verdade, é bastante delicado e polêmico, pois, se por um lado a plataforma tem o direito de estipular regras e se você não estiver satisfeito que procure outra, por outro lado não parece justo que elas limitem a comunicação entre pessoas que desejam firmar uma parceria.</p>
<h2>Mas, afinal, sites de freelas valem a pena?</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4890" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/pc-1207834_1920.jpg" alt="designer" width="500" height="220" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/pc-1207834_1920.jpg 1899w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/pc-1207834_1920-300x132.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/pc-1207834_1920-768x337.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/07/pc-1207834_1920-1024x450.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Eu poderia elencar mais vantagens e desvantagens aqui, mas creio que esses pontos sejam suficientes para tirarmos algumas conclusões. Meu objetivo aqui não é nem elogiar nem desmerecer nenhuma das plataformas existentes, mas sim, voltando à reflexão do início, não colocar todos os ovos na mesma cesta. Não será a hora de depender menos dos sites de freelas e buscar a diversificação na prospecção de seus clientes para ter melhores resultados?</p>
<hr />
<p><em>E você, qual sua opinião? quais vantagens e desvantagens você encontra nas plataformas que utiliza?</em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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		<title>Quanto vale sua hora como freela?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 13:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como ser Freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Você como empresa]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[“Quanto você cobra por…?” Muitos freelancers já sentem a mão suar e o coração bater mais forte quando escutam essa pergunta. A questão é que, na grande maioria das vezes, não sabemos mesmo calcular o valor de nosso trabalho e, com isso, ficamos sempre em torno de um dilema: cobrar um valor muito baixo e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Quanto você cobra por…?” Muitos freelancers já sentem a mão suar e o coração bater mais forte quando escutam essa pergunta. A questão é que, na grande maioria das vezes, não sabemos mesmo calcular o valor de nosso trabalho e, com isso, ficamos sempre em torno de um dilema: cobrar um valor muito baixo e acabar não ganhando o que gostaria ou definir o preço que acha justo e correr o risco de não pegar o job?</p>
<p>Mas, se você começou a ler esse post na esperança de ter a resposta para sua dúvida sobre qual valor exato <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-definir-preco-para-seu-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cobrar por cada serviço</a>, sinto muito, não vou conseguir ajudá-lo neste ponto. Ao longo do tempo em que trabalho como freelancer, aprendi que não existe o valor definitivo para os freelas. Ele varia de acordo com a exigência do projeto, com o grau de dificuldade do serviço e, é claro, com o budget do cliente.</p>
<p>Por que então você deve ler esse post? Pois vou ajudá-lo a entender quais são os fatores que deve considerar ao definir seu preço, confira!</p>
<h2>Dicas para definir o preço de sua hora como freela</h2>
<p>Se você também não acredita em “tabelas de preços para freela”, vai precisar fazer um orçamento diferente para cada cliente. Pensou “nossa, que trabalho”? A escolha é sua, mas saiba que customizar os valores o ajuda a ganhar mais e também a conquistar mais clientes.</p>
<p>Convencido? Veja então alguns passos para formar o preço de seu serviço:</p>
<h3>1. Conheça o valor de sua hora como profissional</h3>
<p>Eu sempre gosto dessa comparação: se estivesse trabalhando em uma empresa e ganhando um salário fixo, qual seria o valor dele? Entenda qual o seu nível profissional (júnior, pleno, sênior, especialista, etc) e tente encontrar informações sobre o quanto o mercado está pagando em salário para a sua função. Não deixe de avaliar também o valor dos benefícios (plano saúde, vale-transporte, vale-alimentação) e, se for CLT, os custos de manutenção de um funcionário para uma empresa.</p>
<p>Feito isso, divida o valor total (normalmente o dobro do salário em si) pelo número de horas mensais trabalhadas como funcionário, assim terá o primeiro indício de quanto deve cobrar por hora. Por exemplo, se você acha que estaria empregado com um salário de R$ 3.000, divida R$ 6.000 por 160 horas (40 horas semanais). Você chegará, então, a um valor aproximado de R$ 37,50 por hora.</p>
<p>Essa comparação é interessante por um fator bem prático: ao pedir um orçamento de você, seus clientes também costumam fazer essa matemática para saber o que vale mais a pena, contratar um freelancer ou aumentar sua equipe com um novo funcionário. Mas, calma, isso não significa que você tenha chegado ao valor de sua hora. Tem mais algumas dicas importantes pela frente.</p>
<h3>2. Saiba quais são os custos envolvidos</h3>
<p>Um erro bem comum dos freelancers ao definir o preço para seu trabalho é não considerar os custos envolvidos. Para cada projeto, é preciso colocar na ponta do lápis o que gasta com luz, internet, imposto, material de escritório, aluguel de coworking, transporte para reuniões e tudo o mais que estiver envolvido na execução das atividades.</p>
<p>É claro, você não vai colocar todo valor da sua conta de internet no projeto de um cliente, mas precisa ter noção de que esse é um custo que tem como empresa, portanto deve ser pago pelos serviços que prestar, não pelo “salário” que definir para você.</p>
<p>Considere também o número de refações, calls e reuniões com o cliente ao longo do projeto: clientes mais exigentes e que demandam mais de seu tempo, pela lógica, precisam pagar um preço maior do que aqueles que pouco interagem com você.</p>
<h3>3. Pesquise quanto cobram seus concorrentes</h3>
<p>Eu mesma já cai nesse erro: defini um preço para um projeto pensando no valor de minha hora e depois descobri que os concorrentes cobravam um valor bem acima do meu. Por isso, vale ficar sempre atento ao valor praticado por outros freelancers ou até mesmo por empresas.</p>
<p>E não é só para ganhar mais dinheiro. Alguns clientes, ao ver um orçamento com valores muito abaixo ou muito acima dos demais, podem ter uma ideia equivocada sobre você ou sobre seu trabalho. Mas como saber isso? Pergunte! Aos seus clientes, a conhecidos, a outros profissionais ou até ao Google.</p>
<h3>4. Ajuste seu preço de acordo com o projeto</h3>
<p>Por fim, depois de saber quanto ganharia em uma empresa, seus custos e o preço de seus concorrentes, ajuste seu valor de acordo com o projeto do cliente, considerando quanto tempo irá levar para executá-lo. É claro que vale ter um valor médio para cada tipo de serviço, mas, ao ouvir aquela perguntinha sobre quanto cobra, que tal manter a calma e pedir uma conversa com o potencial cliente para entender mais sobre o projeto e sobre as expectativas que ele tem para seu trabalho?</p>
<p>É a melhor forma de fazer um orçamento de acordo com o que é justo para você e para a empresa que pretende contratá-lo. Além de evitar que você caia naquelas furadas, com demandas que se tornam mais complexas ao longo do tempo e acabam comprometendo seu tempo em um orçamento de baixo valor.</p>
<h2>Hora de definir o seu valor</h2>
<p>Ficou mais claro o que considerar antes de definir o preço para um projeto? Você deve ter percebido que não existe fórmula mágica, é preciso entender sobre o seu mercado de atuação, sobre o serviço que presta e, principalmente, sobre as dores de seus potenciais clientes. Você irá perder algum tempinho fazendo as contas a cada orçamento que enviar, mas com certeza terá muito mais confiança na hora de negociar valores ou, até mesmo, de negar aquelas propostas malucas de clientes que querem pagar muito abaixo do que você deseja.</p>
<p>E não caia no erro de aceitar valores muito baixos pelos seus serviços: pode até ser que no início você consiga vencer a ansiedade por ganhar dinheiro, mas no fim vai ter que atender um monte de clientes que não pagam nem o suficiente para você viver. Foque em prospecção, venda ativamente seu serviço e capriche nas propostas – com o tempo, você encontrará os clientes dispostos a pagar o valor que seu trabalho merece!</p>
<hr />
<p><em>Você tem alguma dica diferente para definir o valor para um projeto ou serviço? Compartilhe com os outros freelas aqui nos comentários!</em></p>
<p>Texto originalmente publicado no <a href="http://tutano.trampos.co/13156-quanto-vale-preco-hora-como-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tutano</a>.</p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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			</item>
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		<title>4 Maneiras de não “Trabalhar por Reconhecimento”</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/4-maneiras-de-nao-trabalhar-por-reconhecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marceloalmeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 13:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freela]]></category>
		<category><![CDATA[carreira freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[como cobrar por freela]]></category>
		<category><![CDATA[preço freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[vida de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Recebi um e-mail do autointitulado setor de marketing de uma consultoria de negócios, solicitando uma reunião a respeito da renovação da identidade visual da empresa. Eles receberam uma indicação minha e se interessaram pelo meu trabalho como freelancer, gostariam de um encontro urgente. Meu senso de amor próprio entra em “alerta um” quando um cliente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="pt-BR">Recebi um e-mail do </span><span lang="pt-BR"><i>autointitulado</i></span><span lang="pt-BR"> setor de marketing de uma consultoria de negócios, solicitando uma reunião a respeito da renovação da identidade visual da empresa. Eles receberam uma indicação minha e se interessaram pelo meu trabalho como </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR">, gostariam de um encontro urgente. Meu senso de amor próprio entra em “alerta um” quando um cliente desconhecido utiliza a palavra </span><span lang="pt-BR"><i>urgente</i></span><span lang="pt-BR">.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Fui ao escritório dele no dia seguinte, bem recebido, local bonito, pessoas trabalhando. “Recebemos tua indicação, gostamos muito do teu trabalho, vimos que tu ainda és estudante (alerta dois) e queremos muito utilizar teus conhecimentos para renovar a cara da nossa empresa”. </span></p>
<p><span lang="pt-BR">Percebendo a iminência da emboscada, preciso fazer minha jogada. Utilizei tudo o que sabia na época sobre vender meu próprio trabalho, enaltecer minhas habilidades e o quanto eu estudei para chegar naquele ponto. Mas o cliente era matreiro e, antes mesmo que eu chegasse nos valores, falou: “Então (alerta três), como podes ver essa é nossa carteira de clientes (alerta quatro, corra, esperneie, LUTE!) e nós podemos indicar teu trabalho&#8230;” – a partir dessa parte eu entrei em stand by.</span></p>
<figure id="attachment_4801" aria-describedby="caption-attachment-4801" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4801 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/06/giphy-2-1.gif" alt="não" width="500" height="213" /><figcaption id="caption-attachment-4801" class="wp-caption-text">&#8220;Não&#8221;</figcaption></figure>
<p><strong><span lang="pt-BR">Não fechei o trabalho.</span></strong></p>
<figure id="attachment_4800" aria-describedby="caption-attachment-4800" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4800 size-full" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2016/06/13444225_1211731432184622_1861748468_n.gif" alt="palmas" width="250" height="210" /><figcaption id="caption-attachment-4800" class="wp-caption-text">“Se reconhecimento é pagamento, me traga o cozinheiro que pagarei o jantar com palmas”</figcaption></figure>
<p><span lang="pt-BR">Ser </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR"> não é querer fama, é um estilo de vida, de trabalho, um meio de sobreviver e de utilizar seu tempo de maneira produtiva. A ausência de um local físico atrai pessoas sedentas por um trabalho gratuito, capazes de utilizar qualquer argumento que desqualifique os anos de estudo e experiência do profissional. Por isso, quero compartilhar alguns aprendizados com vocês sobre como <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-definir-preco-para-seu-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cobrar por freelas</a>. </span></p>
<h2>Como não aceitar trabalhar por reconhecimento</h2>
<p><span lang="pt-BR">Durante anos fazendo trabalhos como </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR"> de design gráfico, encontrei quatro possíveis saídas para este dilema, que podem ser utilizadas de acordo com a situação e o cliente.</span></p>
<h3>1. Não faça o trabalho</h3>
<p>“<span lang="pt-BR"><i>Ah, mas isso é óbvio”</i></span><span lang="pt-BR"> – Não é.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Nossa mente sempre calcula o custo de oportunidade de cada situação e sempre busca encontrar soluções possíveis para não perdermos algo bom de cada situação. Seduzidos pelo bom papo do cliente, somos le vados a acreditar em frutos e benefícios ainda intangíveis em um futuro distante.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Se o pagamento for em indicações, exija e marque reuniões, force a barra, afinal as obrigações precisam ser via de mão dupla. Trabalho teste? Nem pensar. Alguém já testou um restaurante para ver se paga na próxima vez?</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Quer fazer um trabalho por reconhecimento? Faça um agrado para um cliente fiel. Inicie um projeto próprio. Será recompensador.</span></p>
<h3>2. Trabalhe de graça</h3>
<p>“<span lang="pt-BR"><i>Mas tu acabou de dizer pra não fazer isso”</i></span><span lang="pt-BR"> – Calma. </span></p>
<p><span lang="pt-BR">O trabalho gratuito cabe em algumas situações – no meu caso muito utilizado para amigos e parentes. Dessa maneira você tira o peso mercadológico do trabalho, transformando-o em uma espécie de favor – e favores na mente das pessoas significa uma espécie de dívida. Pronto, você virou a mesa.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">O trabalho de graça quando bem aplicado faz com que a pessoa não saiba bem como pagar pela tua disposição de fazer o serviço, ao mesmo tempo que não pode cobrar prazos, pensará mais de uma vez antes de pedir uma refação. O saldo positivo é tal, que a dívida pode sim se transformar em indicações, pois a pessoa sentirá necessidade de te pagar de alguma forma.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Mas qual a diferença de trabalho gratuito e reconhecimento? A postura do </span><span lang="pt-BR"><i>freelancer</i></span><span lang="pt-BR">. Antes de entrar na zona de perigo do reconhecimento, deixe claro que não vai cobrar pelo trabalho, vai quebrar esse galho, termine a conversa antes que virem a mesa. Pronto – você sai por cima, a dívida é do outro agora.</span></p>
<h3>3. Permuta</h3>
<p><span lang="pt-BR">Essa é simples, mas funciona, pois também retira a relação mercadológica. É um escambo.</span></p>
<p><span lang="pt-BR">Utilize este modelo de cobrança sempre que perceber a não disposição do cliente em pagar e não for vantajoso utilizar as dicas acima. Já troquei serviços por produtos, aulas de italiano, cursos. Se identificar essa oportunidade e te proporcionar alguma vantagem, faça. Mas NUNCA considere o seu serviço de menor valor que o do cliente, lembre-se que a relação é de igualdade. Se você custa mil, o cliente paga mil, ou em serviço, ou em produto.</span></p>
<h3>4. O quanto o cliente achar que vale</h3>
<p><span lang="pt-BR">Este modelo ainda estou testando, mas tem se mostrado muito interessante – me inspirei nos restaurantes europeus que não têm um preço definido por sua comida.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Quando utilizar?</i></span><span lang="pt-BR"> Clientes que já chegam reclamando da situação financeira, que esperam aquele descontão. Como não sabemos o limite máximo, ás vezes acabamos errando para baixo o orçamento. Claro que este modelo é utilizado normalmente para projetos de pequeno porte.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Como cobrar?</i></span><span lang="pt-BR"> Ao final do projeto, discrimine todo o processo, mostre a quantidade de horas trabalhadas, o número de refações, quantos jantares em família você perdeu.</span></p>
<p><span lang="pt-BR"><i>Porque funciona?</i></span><span lang="pt-BR"> O cliente sabe o que é pouco ou muito dinheiro, e ficará com vergonha de oferecer pouco por vontade própria, ainda mais depois de visualizar o quanto você trabalhou para isso. Normalmente o valor pago será maior do que o valor amigo previsto no seu orçamento, e aquela dívida mental ainda permanecerá, pois ele te pagou o que podia, quem fez o favor foi você.</span></p>
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<p><em><strong><span lang="pt-BR">Espero que estas dicas ajudem. Utilizam outros meios? Nos contem nos comentários.</span></strong></em></p>
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