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	<title>conteúdo &#8211; Vivendo de Freela</title>
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	<title>conteúdo &#8211; Vivendo de Freela</title>
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		<title>6 livros que vale a pena adquirir na Black Friday</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fatima El Kadri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 21:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Black Friday está aí e as tentações de consumo durante todo o mês de novembro são infinitas. Tem de tudo que você possa imaginar, de roupas a eletrodomésticos, mas é preciso resistir para não acabar no vermelho, não é mesmo? Então, que tal focar em algo que não custa tão caro e será realmente útil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Black Friday está aí e as tentações de consumo durante todo o mês de novembro são infinitas. Tem de tudo que você possa imaginar, de roupas a eletrodomésticos, mas é preciso resistir para não acabar no vermelho, não é mesmo? Então, que tal focar em algo que não custa tão caro e será realmente útil para você e seus negócios? Estamos falando de livros, é claro! </p>



<h2 class="wp-block-heading">Procurando livros para comprar na Black Friday? Veja essas dicas!</h2>



<p>Selecionamos seis dicas de livros em promoção na Black Friday que vale a pena você aproveitar! A lista tem títulos sobre negócios, <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/rotina-do-home-office/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">home office</a>, carreira e muito mais. Não deixe para ler depois — ou vai acabar perdendo as promoções, hein?</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Comece pelo porquê, Simon Sinek </h3>



<p>Você já se perguntou por que você faz o que faz? O que dá sentido ao seu trabalho? Para Simon Sinek, essa descoberta é fundamental para ser feliz e bem-sucedido em qualquer coisa que você faça na vida.  </p>



<p>O que significa que, para crescer profissionalmente, é preciso encontrar o seu propósito e fazer o que realmente ama.&nbsp;</p>



<p>Em seu livro, o autor traz histórias de pessoas inspiradoras, como Martin Luther King, ­Steve Jobs e os irmãos Wright. Assim, mostra que só é possível se dedicar a uma ideia, produto ou serviço se compreendermos o verdadeiro propósito por trás deles. </p>



<p><a href="https://amzn.to/33jR2oV" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Confira a promoção da Black Friday na Amazon</strong></a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Encontre o seu porquê, Simon Sinek</h3>



<p>Depois de entender a importância do porquê, você precisa saber como descobri-lo, não é mesmo? Por isso, no próximo livro da série, Simon Sinek e outros autores revelam como encontrar o seu propósito.&nbsp;</p>



<p>A obra traz ferramentas práticas que podem ser aplicadas para identificar o seu porquê individual e o da sua organização, criando um alinhamento entre suas ações e seu propósito mais profundo. Tudo isso para que você tenha uma vida profissional mais próspera. </p>



<p>Veja <a href="https://amzn.to/3mamHjO" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a> a promoção da Black Friday do livro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Home office saudável — um guia para pessoas e empresas, vários autores</h3>



<p>Diante da pandemia do COVID-19, mesmo as pessoas que ainda não simpatizavam muito com o home office tiveram que incorporá-lo a sua vida profissional, o que exigiu uma grande adaptação por parte das empresas e dos funcionários.&nbsp;</p>



<p>A coletânea “Home office saudável” traz textos de diversos autores de várias partes do Brasil. Claudio Antonio Klaus Junior, Victor Arno Fazolato Lindenblatt, Gabriela Frajtag e outros relatam suas experiências e práticas no trabalho em casa e como se adaptar melhor a essa nova realidade. </p>



<p>De acordo com seus organizadores, o livro é  uma resposta à pandemia, sendo uma extensão dos esforços realizados durante a Semana do Home Office preparada pela Startup Donna Home Tech e pelo Cocreation Lab. </p>



<p>Quem tem Kindle pode baixar a obra gratuitamente na <strong><a href="https://amzn.to/3m866gz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. 21 lições para o século 21, Yuval Noah Harari</h3>



<p>Um dos intelectuais mais influentes da atualidade, Yuval Noah Harari é filósofo, historiador e autor dos best-sellers <em>Sapiens: uma breve história da humanidade</em> e <em>Homo Deus: uma breve história do amanhã</em>.&nbsp;</p>



<p>Em seu último livro, <em>21 lições para o século 21</em>, Harari explora os maiores problemas do mundo atual e o que podemos fazer para enfrentá-los. Por exemplo, os desafios para a preservação do meio ambiente, as guerras nucleares, o terrorismo e até mesmo as crises tecnológicas, causadas pelas fake news.&nbsp;</p>



<p>As suas reflexões nos mostram um caminho para criar um mundo melhor para as próximas gerações, o que faz desse livro uma leitura mais do que necessária nos dias de hoje. </p>



<p><a href="https://amzn.to/3m6webN" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Confira a promoção da Black Friday.</strong></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Transformando palavras em dinheiro — 42 lições que ninguém te ensina sobre copywriting e marketing digital, Ícaro de Carvalho</h3>



<p>Se você é <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/freelancer-em-marketing-de-conteudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">freela de conteúdo</a>, tem que ficar de olho em livros sobre copywriting e marketing digital. Este foi lançado em 2020 e reúne 42 das melhores técnicas de persuasão, <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/tendencias-do-marketing-digital-2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">marketing</a> e <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/trabalho-remoto-com-vendas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vendas</a> testadas pelo autor. </p>



<p>O seu objetivo é que o leitor aprenda a fazer conteúdos e ofertas que realmente atraiam o interesse dos compradores por meio do copywriting. Tratam-se de estratégias que podem fazer a diferença para você e para seus <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/conseguir-clientes-como-freela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clientes</a>. </p>



<p>Ele também está em <a href="https://amzn.to/2HBKZEp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>promoção</strong></a> na Black Friday da Amazon.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Gerenciando a si mesmo: artigos fundamentais da Harvard Business Review sobre como administrar a própria carreira </h3>



<p>A <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/vida-de-freelancer-verdades-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vida de freelancer</a> nos impõe muitos desafios, e talvez o maior deles seja gerenciar a si mesmo e a própria carreira. Se você também vive com esse dilema, preste atenção na nossa última sugestão de livro para comprar na Black Friday!</p>



<p>Esta obra é uma coletânea dos dez melhores artigos sobre como administrar a própria carreira publicados na Harvard Business Review, a publicação de negócios mais conceituada do mundo.&nbsp;</p>



<p>Seja você um empreendedor, um profissional autônomo ou um funcionário de uma empresa, essas leituras vão abrir a sua mente para que você possa seguir o seu propósito e enfrentar os desafios com mais clareza e sabedoria.</p>



<p>Mas os artigos não ficam só no âmbito dos negócios. Você também vai aprender a lidar com as questões físicas e mentais que atrapalham a sua produtividade. E mais: a <a href="https://www.vivendodefreela.com.br/trabalho-freelance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">buscar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional</a>, o que é fundamental para o sucesso em qualquer carreira. </p>



<p>Clique <a href="https://amzn.to/3738Gyc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a> e confira a promoção do livro na Black Friday.</p>



<p>Curtiu a nossa seleção de livros para comprar na Black Friday? Já leu algum ou tem outras sugestões? Compartilha com a gente nos comentários!</p>



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<p>*Os links da Amazon são links de afiliado, que ajudam a manter este blog no ar e não geram nenhum custo a mais para você 🙂</p>
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		<title>Meus 6 principais aprendizados no primeiro ano de “eugência”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cinthia Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 00:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Há pouco mais de um ano, eu dava meu segundo passo rumo à autonomia e começava a trabalhar por conta própria em meu escritório (o primeiro passo foi pedir as contas na agência onde eu trabalhava rs). Hoje, depois de completar meu primeiro aniversário de “eugência”, vim compartilhar com você os principais aprendizados que tive [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco mais de um ano, eu dava meu segundo passo rumo à autonomia e começava a trabalhar por conta própria em meu escritório (o primeiro passo foi pedir as contas na agência onde eu trabalhava rs). Hoje, depois de completar meu primeiro aniversário de “eugência”, vim compartilhar com você os principais aprendizados que tive durante este período:</p>
<h2>1.Valorizar o meu trabalho</h2>
<p>Nos primeiros meses de eugência, o medo de ouvir “não” era tão grande e eu precisava tanto de cliente, que <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/freelas-por-que-cobramos-tao-pouco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">baixei o valor da minha prestação de serviço</a>.</strong> Quando o cliente assinou o contrato e eu comecei a desenvolver o trabalho, dei-me conta de que não valia a pena por inúmeros fatores.</p>
<p>Se um prospect não concorda com o meu valor, não tem problema, afinal, cada um traz consigo uma perspectiva, certo? Eu sei o quanto me dedico, o quanto me comprometo, o que ofereço, quais são os meus gastos e quanto vale meu trabalho, por isso esta decisão também cabe a mim – e eu decidi não aceitar menos do que mereço.</p>
<h2>2. Escolher com quem/o que quero trabalhar</h2>
<p>Para mim, é essencial sentir prazer no que faço. Enquanto algumas pessoas diziam “Você está começando, precisa pegar esse cliente pelo dinheiro”, eu pensava: “Sou eu quem vou escrever sobre um tema que não tenho a menor aptidão ou familiaridade, vai ser mais difícil do que já é e eu sou obrigada a aceitar pelo dinheiro? Por quê?”.</p>
<p>E depois de muito refletir, cheguei à conclusão de que um dos benefícios de ser autônoma é ter o poder de escolha. Se eu preciso batalhar para conseguir a recompensa do meu trabalho, então que este processo seja prazeroso.</p>
<h2>3. Pesquisar melhor o histórico dos parceiros</h2>
<p>Fica um conselho: te indicaram um fornecedor? Então, peça para conversar com o último cliente, dê uma olhadinha nas redes sociais e, mesmo assim, desconfie. Trabalhei com profissionais que me fizeram perder prazos importantes, deixaram-me na mão em uma ação temática extremamente importante para o cliente, tive prejuízos financeiros – e isso tudo sem contar na relação que ficou balançada com o cliente porque eu era a interface.</p>
<p>Seja muito minucioso ao escolher um fornecedor/parceiro de trabalho. Claro, tenho aqueles em quem confio e são extremamente leais e responsáveis, mas as más experiências me deixaram um pouco traumatizada rs.</p>
<h2>4. Organização financeira</h2>
<p>Antes de decidir ser “eugência”, conversei com algumas jornalistas autônomas e pesquisei sobre o assunto. Por meio de conselhos e experiências alheias, vi que o <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/financas-para-autonomos-e-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">planejamento financeiro</a></strong> era de extrema importância para eu ter segurança e lidar com imprevistos ao longo do caminho.</p>
<p><strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-abrir-mei-dicas-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abri minha empresa</a> </strong>e passei a administrá-la como tal: eu sou uma funcionária, recebo meu salário todo dia “x” e mensalmente deixo um valor em caixa para que eu possa ter capital de giro – inclusive, foi essa organização que me ajudou a lidar com os imprevistos que citei no item anterior, que me permitiu investir na minha identidade visual, a contratar fornecedores fixos, criar o seu meu site, e assim por diante.</p>
<h2>5. Ser sincera</h2>
<p>Ainda sou empresa pequena e não sei o que o futuro reserva para mim, mas desde o início eu sempre achei importante ser sincera. Tenho um exemplo prático para compartilhar! Eu precisava de um designer e me indicaram um rapaz. Eu fui totalmente honesta com ele: “Olha, estou começando agora, a demanda é assim e assim, eu adorei seu trabalho e gostaria de trabalhar com você, mas no momento eu só consigo pagar tanto. Meu portfólio é esse e meu objetivo enquanto jornalista produtora de conteúdo é esse e esse. Você tem interesse?”. Fiquei extremamente feliz quando deu certo!</p>
<p>E isso também vale para o cliente. Quando ele me questiona sobre algo que não sei, eu digo “Ainda não fiz isso e não tenho muitas informações, mas vou pesquisar e nós voltamos a conversar, pode ser?”. Você ficaria surpreso ao ver como as pessoas retribuem a sua sinceridade. Tem valido muito a pena para mim!</p>
<h2>6. Sempre me atualizar</h2>
<p>Estudar e aprender são aprendizados tão valiosos quanto os itens anteriores. Quando vou a eventos, congressos, cursos e aulas, tenho a impressão de que minha mente vai explodir. Sempre tenho ideias, insights, vejo o que posso fazer de novo por meus clientes, o que posso aprimorar. E sabe qual é a melhor parte? Quando levo as sugestões aos mesmos, eles aprovam, eu executo e vejo os resultados depois.</p>
<p>Tenho certeza que o caminho será longo e o aprendizado será constante, mas se amanhã você decidir ser um jornalista freelancer ou autônomo, espero que a minha experiência inicial possa te ajudar de alguma forma.</p>
<p>Muito obrigada por ter lido até aqui! E, se também for uma &#8220;eugência&#8221; como eu, conta aqui nos comentários como tem sido sua experiência!</p>
<p>Mais informações sobre o meu trabalho:</p>
<p><a href="http://www.cinthiamartins.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.cinthiamartins.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1565567075036000&amp;usg=AFQjCNH8VtCb6S5aS52GldU3aTDKdrWhDg">www.cinthiamartins.com.br</a></p>
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		<title>Copidesque e Copywriter: saiba a diferença entre as duas funções</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/copidesque-e-copywriter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fatima El Kadri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 16:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira de freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Como ser Freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdo da Comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Com certeza você já ouviu falar nas profissões de copidesque e copywriter. Muita gente confunde os dois ou acha que o copidesque não existe mais. É verdade que, com a popularização do webwriting e o marketing de conteúdo se consolidando como uma das principais formas de venda, o copywriter está em maior evidência, mas é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza você já ouviu falar nas <strong>profissões de copidesque e copywriter</strong>. Muita gente confunde os dois ou acha que o copidesque não existe mais.</p>
<p>É verdade que, com a popularização do webwriting e o <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/conteudo-virou-commodity/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">marketing de conteúdo</a> se consolidando como uma das principais formas de venda, o copywriter está em maior evidência, mas é um engano pensar que o copidesque não tem mais espaço no mercado.</p>
<p>Quem é <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-se-tornar-redator-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">redator ou escritor</a> precisa compreender bem a diferença entre as duas funções para definir onde ele se encaixa melhor.</p>
<p>É sobre isso que vamos falar no texto de hoje. Não deixe de ler até o fim, porque saber o que é copidesque e o que é copywriting vai ajudar você a melhorar seus serviços como freela!</p>
<h2>O que faz um Copidesque?</h2>
<p>Em uma definição simples, o Copidesque é responsável pela <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-ser-revisor-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">revisão gramatical e ortográfica</a> de tudo o que deve ser publicado. Porém, sua atuação vai além da revisão.</p>
<p>Até os anos de 1990, uma época em que os veículos impressos figuravam entre os principais meios de comunicação do mercado, o Copidesque era considerado um dos profissionais mais importantes de uma redação.</p>
<p>O profissional que realiza o copidesque tem a função de <strong>revisar a formatação técnica, verificar se as informações estão corretas e se a linguagem está adequada,</strong> de acordo com as normas da editora ou da publicação em questão. E também tem total liberdade para reescrever o conteúdo caso ele não esteja adequado à proposta editorial.</p>
<p>Sendo assim, sua atividade ainda é muito importante, principalmente nas editoras de jornais, livros e revistas, uma vez que ele é responsável pela versão final de todas as edições publicadas.</p>
<p>Mas não é só nas publicações impressas que o copidesque possui lugar garantido. Este<strong> profissional é essencial nas empresas de produtos eletrônicos, por exemplo, fazendo a revisão e a formatação de manuais para seus produtos.</strong></p>
<p>Até mesmo em agências de publicidade ou marketing de conteúdo, que estão em expansão, o copidesque ainda é muito requisitado.</p>
<p>Então, se identificou com a atuação do copidesque? Descubra agora as competências que você deve ter para ser um deles!</p>
<h2>Quais são as qualificações necessárias para ser um bom copidesque?</h2>
<p>Apesar de não ser exigido um diploma de curso superior, para entrar na área, é importante ter bons conhecimentos de língua portuguesa (gramática redação, literatura, semântica etc.), por isso, profissionais que cursam letras, jornalismo ou cursos relacionados acabam levando vantagem sobre os demais.</p>
<p>Mas, além das competências técnicas, existem algumas “soft skills” que são prioritárias para quem pensa em executar essa função. São elas:</p>
<ul>
<li>Gostar de ler (entenda como ser um leitor ávido);</li>
<li>Muita prática em redação;</li>
<li>Muito foco e concentração;</li>
<li>Ser extremamente crítico e detalhista;</li>
<li>Ser organizado.</li>
</ul>
<h2>O que faz um Copywriter?</h2>
<p>Embora as técnicas de copywriting já existissem antes mesmo que o marketing digital fosse uma realidade, elas ganharam mais destaque recentemente, com o desenvolvimento da internet como meio principal para compra e venda de produtos e, é claro das estratégias de Inbound Marketing.</p>
<p>O <strong>Copywriter é uma figura fundamental para executar a sua estratégia de Inbound,</strong> já que ele é um especialista em produzir textos comerciais com o objetivo de fazer o leitor tomar alguma decisão, seja ela conhecer melhor os seus produtos e serviços ou fazer a aquisição do produto.</p>
<p>A estratégia de Inbound Marketing é baseada no funil de vendas, que determina em qual estágio da jornada de compra um possível cliente está.</p>
<p>Resumindo, o foco principal do Inbound Marketing é alcançar exatamente o público da empresa — aqui denominado persona — e criar um relacionamento duradouro com ele, fornecendo informações que o ajudem a resolver suas principais “dores”.</p>
<p>E é aí que entra o Copywriter.</p>
<p>Ele <strong>criará os conteúdos certos para que os visitantes do seu site entendam o que é o seu produto e como ele pode auxiliá-lo</strong>, fazendo com que ele execute alguma ação e permitindo que avance nos estágios da jornada de compra, até a aquisição de um determinado produto ou serviço.</p>
<p>Animado para se tornar Copywriter? Se ligue nas competências que você precisa ter para isso.</p>
<h2>Como ser um bom copywriter?</h2>
<p>O primeiro passo para trabalhar com copywriting é ser um bom vendedor. Mas calma, não precisa sair de porta em porta! Basta escrever textos persuasivos, utilizando os <strong>princípios do <a href="https://www.significados.com.br/storytelling/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">storytelling</a> e <a href="https://www.exactsales.com.br/academia-exact-blog/gatilhos-mentais-nas-vendas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gatilhos mentais</a></strong>.</p>
<p>Mas, afinal, quais são os elementos que caracterizam uma boa copy?</p>
<ul>
<li>Escrita clara e objetiva;</li>
<li>Focada em resultados (apresente os benefícios do que você vende e convença seu leitor)!</li>
<li>Escolha dos gatilhos mentais corretos para cada situação;</li>
<li>Persuasiva sem ser incisiva (quanto mais sutil for a sua intenção de venda, melhor).</li>
</ul>
<p>Ficou clara a diferença entre o que é Copidesque e o que é Copywriter? Espero que sim! Mas se você ainda tiver alguma dúvida sobre essas atividades, escreva aí embaixo, nos comentários. Se não, compartilhe o texto com seus colegas. Pode ser útil para eles também!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Robôs não conseguem contar histórias (ainda): a demanda por profissionais criativos</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/robos-profissionais-criativos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Autor Convidado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2019 20:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os robôs vão roubar os nossos trabalhos como profissionais criativos (no meu caso, como storyteller para marcas)? Essa é uma pergunta estranha, mas que pipocou na minha mente há pouco tempo quando participei de um evento de tecnologia para Marketing. Muitos dos expositores dessa conferência eram focados em automação de marketing. Entre outras funções, eles [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os robôs vão roubar os nossos trabalhos como profissionais criativos (no meu caso, como storyteller para marcas)? Essa é uma pergunta estranha, mas que pipocou na minha mente há pouco tempo quando participei de um evento de tecnologia para Marketing.</p>
<p>Muitos dos expositores dessa conferência eram focados em automação de marketing. Entre outras funções, eles podem ajudar você a engajar visitantes em seu site com um amigável chatbot (um robô que faz e responde perguntas); podem ajudar a retomar contato por e-mail com antigos prospects utilizando Inteligência Artificial para customizar mensagens e respostas (novamente, engajamento robot-driven); algumas empresas até mesmo usam IA pra agendar reuniões com potenciais clientes, levando-me a perguntar: &#8220;Seu Robô, você consegue me conectar com o seu chefe humano?&#8221;</p>
<h2>Inteligência Artificial conquista o mundo</h2>
<p>Talvez sem surpresa, as Martechs (empresas que desenvolvem Tecnologia para Marketing) estão apaixonadas por temas como automação, Inteligência Artificial, machine learning, algoritmos e robôs. Eu entendo e de forma alguma sou contra a tecnologia. Na verdade, uso constantemente ferramentas digitais no meu trabalho de contar histórias sobre marcas.</p>
<p>Na verdade, as utilizo de forma prudente, pensando profundamente no que preciso fazer manualmente e no que posso<a href="http://www.vivendodefreela.com.br/8-ferramentas-de-produtividade-para-freelancers/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> fazer de maneira mais eficaz com uso de tecnologia</a>. Penso em mim mesmo como um liquidificador misturando &#8220;humano + tecnologia&#8221;, tentando tirar o melhor de cada um.</p>
<p>Por isso, voltando ao evento, se você quiser torturar um fornecedor dessas ferramentas de Marketing focadas em IA, pergunte a ele: &#8220;como um profissional criativo deveria avaliar em sua solução quais as funções seriam feitas pelas máquinas e quais seriam feitas manualmente?&#8221;. Quando fiz essa experiência, nenhum deles conseguiu fornecer uma resposta coerente ou mesmo chegou a considerar a questão. Eles sugeriram que automatizasse tudo, incluindo <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-nao-ser-apenas-mais-um-redator-de-conteudo-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa, redação e edição das minhas histórias.</a></p>
<p>Bem, eu não estou disposto a entregar o meu sustento a um robô.</p>
<h2>A complexidade na elaboração de histórias humanas</h2>
<p>Eu descrevi a um fornecedor dessas ferramentas como eu criava histórias para meus clientes B2B. Expliquei como trabalho para entender os objetivos estratégicos de cada um, perguntando o que o cliente quer que o público sinta e faça depois de ler a história.</p>
<p>A seguir, eu cuidadosamente coleto e reúno fontes de informação/dados e materiais de histórias (entrevistando especialistas, pesquisando online, etc.), então analiso cada componente para decidir como eles podem ser integrados de forma ideal em uma história que atenda aos objetivos do cliente. Depois, construo a história e analiso se ela está &#8220;funcionando&#8221; ou não, modifico e reviso (e durmo nela), colaborando com meu cliente até ficarmos felizes com a coisa toda.</p>
<p>O vendedor ouviu com atenção, surpreso com a complexidade e a natureza subjetiva de cada etapa do <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/dicas-estimular-a-criatividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">processo criativo</a>. &#8220;Sou o filtro, aquele que faz essas chamadas difíceis quando surgem escolhas criativas&#8221;, eu disse a ele, &#8220;e toda história é diferente, porque todo contador de histórias tem um filtro diferente criado por sua experiência de vida&#8221;.</p>
<p>Ele parou por um momento e, eu acho (ou espero), que tenha aprendido algo sobre a criação de histórias para marcas e sobre o trabalho de profissionais criativos.</p>
<h2>Os limites da automação e da IA</h2>
<p>Você não pode automatizar tudo &#8211; por enquanto, pelo menos. Você não pode permitir que um algoritmo, por mais brilhantemente projetado que seja, tome as decisões criativas mais importantes em Marketing. As pessoas são importantes porque trazem surpresa, emoção, profunda conexão humana e os mistérios da expressão criativa.</p>
<p>Cada história representa um mistério, um enigma, uma longa jornada para encontrar significado, ressonância, beleza e propósito. O objetivo de cada história é a conexão humana (como o romancista E.M. Forster aconselhou, “somente conecte-se”). Coisas difíceis de automatizar.</p>
<p>Eu não quero ler uma história montada, estruturada e trabalhada por um robô que foi projetado por uma equipe de engenheiros e matemáticos, não importa o quão brilhante sejam esses cientistas. Histórias são as interações mais profundamente humanas que temos, não apenas pela forma como o contador de histórias confronta o material e expressa o significado através de seu próprio filtro, mas também pela misteriosa interação entre a história “acabada” e o leitor que interage com ela.</p>
<p>Não ouvi nenhum desses pensamentos na conferência que fui, exceto quando ouvi minha própria voz falando em uma confusão de vendedores entregando chaveiros. Talvez esteja sendo muito duro com esses fornecedores de tecnologia. Eles são, obviamente, mentes técnicas de ponta, mas algumas coisas não podem ser hackeadas, automatizadas ou sujeitas a um algoritmo &#8211; incluindo a mágica da história.</p>
<h2>Desculpa, robôs. Vocês não estão prontos para o horário nobre.</h2>
<p>Sou uma pessoa profundamente humana e emocional e, a propósito, um contador de histórias sobre marcas. Tenho apenas uma função como profissional de marketing, criando histórias que se conectam.</p>
<p>Isso pode parecer simples, mas, na verdade, é o trabalho mais complicado do mundo. Depois das minhas três horas vagando pela conferência de Marketing, não estou preocupado que um robô ou algoritmo roubem meu trabalho de contar histórias. Muito pelo contrário, vejo agora meu trabalho como mais importante, vital e profundamente humano do que nunca.</p>
<p>E peço desculpas aos meus leitores robôs que podem ter se sentido ofendidos ao ler isso: vocês não são suficientemente humanos para mim. Pelo menos não ainda.</p>
<p><em>Post originalmente publicado no blog <a href="https://blog.freelancersunion.org/2018/10/16/robots-cant-tell-stories-yet-the-ongoing-need-for-creative-professionals/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Freelancers Union</a>, traduzido e adaptado com autorização do autor, <a href="http://www.chuckleddy.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Chuck Leddy</a>.</em></p>
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		<title>Como transformei uma viagem em renda extra</title>
		<link>https://www.vivendodefreela.com.br/viagem-em-renda-extra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 00:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Você como empresa]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre março e abril de 2017, eu resolvi aproveitar a liberdade que a vida de freelancer me trouxe para gerir as minhas próprias férias. Comprei por impulso passagens para Cape Town, na África do Sul, depois de ver que ida e volta estavam custando meros R$ 950. Isso aconteceu exatamente há dois anos atrás, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre março e abril de 2017, eu resolvi aproveitar a liberdade que a <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/vida-de-freelancer-verdades-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vida de freelancer</a> me trouxe para gerir as minhas próprias férias.</p>
<p>Comprei por impulso passagens para Cape Town, na <a href="https://blog.viin.com.br/africa-do-sul-guia-completo-para-sua-viagem/">África do Sul</a>, depois de ver que ida e volta estavam custando meros R$ 950.</p>
<p>Isso aconteceu exatamente há dois anos atrás, se você estiver lendo esse artigo perto da data em que foi publicado. De lá pra cá, já produzi muito conteúdo sobre a Cidade do Cabo, um destino que realmente me encantou.</p>
<p>Deixa eu te explicar melhor&#8230; Desde que trabalho com Inbound Marketing, sempre tive uma meta pessoal: conseguir monetizar um negócio de conteúdo, começando do zero e investindo o mínimo possível.</p>
<p>Queria ter uma renda extra, <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/10-habilidades-que-voce-aprende-sendo-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aprender novas habilidades</a> na prática, ganhar uns trocados com recorrência e, se tudo desse certo, quem sabe vender um produto digital de forma escalável.</p>
<h2>Será que Cape Town poderia ser uma chance de renda extra?</h2>
<p>Antes de embarcar, eu pesquisei sobre o destino e percebi que o número de turistas brasileiros por lá, tem aumentado a cada ano.</p>
<p>Além disso, tenho muita afinidade com o tema “viagens’ e em uma pesquisa bem rápida, vi que não tinha ninguém falando especificamente da Cidade do Cabo.</p>
<p>É claro que existem muitos influenciadores digitais indo para lá e compartilhando a sua experiência. Mas se eu falasse SÓ de Cape Town, eu já teria um diferencial em relação a toda a concorrência mapeada.</p>
<p>Decidi apostar na ideia e já viajei pensando em registrar o maior número de informações possíveis para colocar o projeto em prática quando voltasse.</p>
<p>Nesse processo de transformar minha viagem em uma renda extra, separei alguns aprendizados que tive para compartilhar com você.</p>
<h3>1. Escolha um nicho para criar autoridade</h3>
<p>Quando você define um tema/segmento muito específico, é mais fácil conseguir criar autoridade e gerar mais credibilidade.</p>
<p>Diante da minha escolha, eu sabia que poderia perder volume em número de viajantes, já que só uma porcentagem bem pequena têm Cape Town como destino, mas ao mesmo tempo, sabia que quem procurasse pelo meu perfil teria, no mínimo, a intenção de viajar para lá.</p>
<p>Ou seja: eu conseguiria uma audiência altamente qualificada, o que, na prática e desde o início, acabou resultando em pessoas bem engajadas com os conteúdos que criei.</p>
<p>No meu caso, escolhi utilizar o <a href="https://www.instagram.com/oquefazeremcapetown/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e também fiz um<a href="https://oquefazeremcapetown.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> site com blog</a>.</p>
<p>Minha maior preocupação era não ser uma “fraude”, já que nunca morei na África do Sul. Por isso, sempre investi muito tempo em pesquisas de conteúdo, conversas com contatos de lá e também passei a acompanhar alguns periódicos da cidade pela internet.</p>
<h3>2. Não desista, descanse</h3>
<p>Ao longo desse tempo, tiveram fases em que eu estava com uma demanda absurda de trabalho e não conseguia me dedicar em nada para este projeto pessoal.</p>
<p>Também tiveram momentos em que eu me via ansiosa para fazer a chave da monetização virar logo e acabava me desmotivando por não ter resultados imediatos.</p>
<p>Muita gente acaba desistindo quando isso acontece. Mas vou te contar o que funcionava comigo: descansar. Simples assim.</p>
<p>Depois desses meus períodos de pausa, eu voltava <a href="http://www.vivendodefreela.com.br/hacks-de-produtividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mais produtiva</a> do que nunca e conseguia dar mais um passo rumo ao meu objetivo final: ter uma renda extra.</p>
<p>Por isso, se ficar difícil e os resultados não chegarem, pare para descansar ao invés de desistir.</p>
<p>É aquela velha história: devagar e sempre.</p>
<h3>3. Trabalhe e vá com a maré</h3>
<p>No início, eu pensei que as melhores formas de monetizar esse projeto seriam por meio de links de afiliados e vendendo roteiros.</p>
<p>Mas é impossível prever tudo e você pode se surpreender com boas surpresas ao longo do caminho.</p>
<p>Eu, por exemplo, acabei conhecendo duas guias brasileiras que moram em Cape Town e transformei a indicação de passeios (privados ou não) em minha principal fonte de receita.</p>
<p>Basicamente, meu trabalho é gerar leads qualificados e aí, ganho entre 10% e 20% de comissão nas vendas que são fechadas por elas.</p>
<p>O que quero dizer é que, durante o caminho, você acaba descobrindo novas maneiras de potencializar o negócio. Mas para isso, é preciso começar!</p>
<h3>4. Aprenda, aprenda e aprenda</h3>
<p>Eu sou formada em Jornalismo mas sempre trabalhei com marketing digital. Digamos que eu sou uma curiosa da área e uma das premissas que tinha nesse projeto era aprender fazendo.</p>
<p>Eu não sabia fazer sites pelo WordPress, aprendi.<br />
Eu não sabia usar o Mautic para fazer fluxos de automação, aprendi.<br />
Eu só sabia o básico de SEO e de AdWords, estou aprendendo.</p>
<p>E sabe como?<br />
Vendo vídeos no Youtube e conversando com pessoas próximas que são boas nos tópicos que eu precisava saber mais.</p>
<p>Ou seja: soluções que exigem o investimento de zero reais e estão disponíveis para quem quiser.</p>
<h3>5. Constância é o fator chave</h3>
<p>Sim, eu já pensei em deixar esse projeto de lado algumas vezes. Mas ao longo do tempo, vi que só a constância me traria a autoridade necessária para conseguir monetizar esse (ou qualquer outro) negócio digital.</p>
<p>Meu objetivo de me desafiar a ter uma renda extra, começando um projeto de conteúdo do zero foi o suficiente para me manter produzindo uma coisa ou outra, mesmo que em um volume baixo dependendo da época.</p>
<p>Tenha em mente qual é a sua meta e saiba que os resultados não são tão imediatos quanto a gente gostaria.</p>
<p>Acho que eu, por exemplo, só ganhei os meus primeiros reais como afiliada mais ou menos 6 meses depois de ter colocado tudo no ar.</p>
<h2>As minhas principais formas de renda extra com O Que Fazer em Cape Town</h2>
<p>Para você que está pensando em ter uma renda extra, algumas maneiras que encontrei dentro do meu projeto foram:</p>
<p><strong>Links de Afiliados:</strong> atualmente, tenho cadastro nos sites Seguros Promo, Booking, Rental Cars e Airbnb. Por meio dos links que disponibilizo em artigos ou postagens, consigo garantir uma recorrência mensal.</p>
<p><strong>Infoproduto:</strong> cada vez mais, acredito que as pessoas querem conveniência e comodidade. Elas estão dispostas a pagar por conteúdos que ofereçam isso. Depois de testar um <a href="https://oquefazeremcapetown.com.br/roteiro-de-7-dias-em-cape-town/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Roteiro Completo de 7 Dias de Cape Tow</a>n com umas 150 pessoas de maneira gratuita, decidi começar a comercializá-lo. As vendas estão começando a alavancar, mas já confirmei a minha hipótese: existe mercado para esse tipo de infoproduto sim.</p>
<p><strong>Comissionamento por passeios:</strong> aproximadamente 70% da receita que ganho com o projeto hoje vem da comissão que recebo dos passeios, algo que não iria imaginar lá no começo.</p>
<p>Agora o meu próximo desafio é conseguir levar esse modelo de negócio e rentabilizar outro destino. Já comecei o &#8220;<a href="https://oquefazeremsanandres.com.br">O que fazer em San Andres</a>&#8220;!</p>
<p>E você? Também tem um negócio digital que te garante uma renda extra todos os meses? Conta pra gente nos comentários 🙂</p>
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		<title>Socorro, o conteúdo virou commodity!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lu Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 16:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contratar Freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[inbound marketing]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[redator freelancer]]></category>
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					<description><![CDATA[Publiquei este artigo no meu Linkedin ano passado. Mas, como muitos leitores aqui do blog são também meus colegas de profissão, não poderia deixar de compartilhar por aqui algumas opiniões (e angústias) sobre Marketing de Conteúdo. Espero que seja útil 😉 Responda com sinceridade: se contratasse um freelancer ou uma agência para produzir conteúdo para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publiquei este artigo no meu <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/linkedin-uma-super-plataforma-para-quem-vive-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Linkedin</a></strong> ano passado. Mas, como muitos leitores aqui do blog são também meus colegas de profissão, não poderia deixar de compartilhar por aqui algumas opiniões (e angústias) sobre Marketing de Conteúdo. Espero que seja útil 😉</em></p>
<p>Responda com sinceridade: se <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/contratar-freelancer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">contratasse um freelancer</a></strong> ou uma agência para <a href="https://www.chiefofdesign.com.br/como-escrever-conteudos-para-websites/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">produzir conteúdo para o blog de sua empresa</a>, quanto tempo imagina que seria necessário para pesquisar referências, escrever, revisar e otimizar um post de qualidade? E mais importante, quanto este serviço deveria custar?</p>
<p>Por favor, não me responda &#8220;menos de 1 hora&#8221; e &#8220;uns R$ 10,00&#8221;.</p>
<p>Depois que comecei a trabalhar como <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/como-se-tornar-redator-freelancer/">freelancer de conteúdo</a></strong>, não foram poucas as vezes em que vi respostas como essas no mercado. E não somente vindas da parte do cliente&#8230;</p>
<p>Apenas como exemplo, palestras de profissionais de conteúdo ensinam &#8220;como escrever em menos de 1 hora&#8221; e um colega de profissão está fazendo sucesso depois de começar a divulgar seus posts por R$ 7,00 &#8211; agora custam R$ 10,00, a inflação realmente pegou todo mundo&#8230;</p>
<h2>E essa história de commodity&#8230;</h2>
<p>Não é por acaso que tem muita gente prevendo o fim do Marketing de Conteúdo: ele está virando commodity. <strong>Não importa quem o escreve, que estilo tem ou que técnicas utiliza</strong>. Basta que o conteúdo seja baratinho e que utilize todas as keywords possíveis e imagináveis para receber tráfego orgânico.</p>
<p>Como o Marcelo Lombardo publicou <strong><a href="http://www.linkedin.com/pulse/morte-do-inbound-marketing-marcelo-lombardo?trk=hp-feed-article-title-share" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em seu artigo</a></strong>, &#8220;é só ligar e encomendar um e-book &#8216;meia calabresa meia mozzarella'&#8221; para uma agência de conteúdo e receber mais um texto &#8220;Frankestein&#8221;, copiado e colado de vários outros e redigido por um profissional com pouca experiência.</p>
<p>O problema é: quanto espaço ainda existe para mais posts sobre &#8220;10 dicas para vender mais?&#8221;.</p>
<p><em> (Exercício para um dia qualquer: digite &#8220;10 dicas para vender mais&#8221; no Google. Veja quantos posts existem com o mesmo título. Divirta-se (ou chore) percebendo quantos deles são simplesmente reedições do conteúdo, adaptando o foco para o produto ou serviço da empresa.)</em></p>
<h2>O Marketing de Conteúdo está perto do fim?</h2>
<p>Mas, se o conteúdo está virando commodity, isso significa que o Marketing de Conteúdo está perto do seu fim? Se eu acreditasse de verdade nisso, não estaria apostando nessa carreira, nem escrevendo este texto para vocês por aqui.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dBnpr3pkFlk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O Marketing de Conteúdo já dava certo muito antes de a internet nascer, como você pode ver nesse documentário do Content Marketing Institute (40 minutos que valem a pena!).</p>
<p>Eu acreditar que o Marketing de Conteúdo não vai morrer, entretanto, não significa que vá continuar existindo espaço e oportunidade para quem não investe em conteúdo de qualidade.</p>
<p><strong>As listas de &#8220;10 coisas&#8221;, os textos sem personalidade e os vídeos com segredos milagrosos não têm força para abastecer uma estratégia de marketing por muito tempo</strong>. Agora, se você está produzindo conteúdo prático e relevante, sem se preocupar com fórmulas prontas, o máximo que pode acontecer é sua empresa precisar adaptá-lo para uma nova mídia, uma nova tecnologia ou um novo formato.</p>
<p>Se tiver dúvida, vale lembrar alguns princípios para produção de conteúdo de qualidade, que servem para qualquer formato (blog post, ebook, vídeo, revista impressa, etc):</p>
<h3>Conteúdo único</h3>
<p>Você está repetindo mais do mesmo ou compartilhando novas ideias e reflexões com seu público?</p>
<h3>Conteúdo para quem interessa</h3>
<p>O conteúdo é produzido com foco em sua persona, realmente a ajudando na resolução de um problema? Ou a intenção é agradar o dono da empresa?</p>
<h3>Conteúdo que provoca &#8220;UAU&#8221;</h3>
<p>Qual a reação da persona ao interagir com seu conteúdo? Ela sai com alguma reflexão importante e satisfeita por ter encontrado a melhor resposta para a sua pergunta?</p>
<h2>A responsabilidade não é (apenas) de quem escreve</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5707" src="http://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_326764691-min.jpg" alt="freelancer" width="500" height="275" srcset="https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_326764691-min.jpg 1578w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_326764691-min-300x165.jpg 300w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_326764691-min-768x423.jpg 768w, https://www.vivendodefreela.com.br/wp-content/uploads/2017/09/shutterstock_326764691-min-1024x564.jpg 1024w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><br />
Para encerrar, vamos fazer um acordo? Nada de apontar o dedo na cara do cliente, muito menos de culpar as agências e os <strong><a href="http://www.vivendodefreela.com.br/por-que-ser-redator-de-conteudo-freelancer-e-uma-boa-oportunidade-em-2017/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">freelas de conteúdo</a></strong>. Essa &#8220;<em>commoditização</em>&#8221; de conteúdo serve a quem aposta nela.</p>
<p><strong>As empresas que pagam R$ 10,00 por texto, vão continuar recebendo conteúdos com qualidade de R$ 10,00</strong>. Os profissionais que cobram pouco pelo seu trabalho, vão continuar contando as moedas para fechar o orçamento no final do mês.</p>
<p>É possível que eles consigam colher bons frutos a partir dessas escolhas. Do meu lado, prefiro seguir o outro caminho, me conectando com colegas e com clientes que focam em um trabalho de melhor qualidade.<br />
No fim das contas, o que decide quem terá sucesso é o mercado. O que será que ele irá definir?</p>
<p><em><strong>Qual o futuro que você vê para o Marketing de Conteúdo? Comente e compartilhe sua opinião também!</strong></em></p>
<hr />
<p><em>Lembrando que estamos também no nosso canal no <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>, com vídeos novinhos sobre a vida de freela. <a href="http://bit.ly/yt_vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assina lá</a> para não perder nenhum conteúdo. Também marcamos presença no <a href="http://facebook.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, <a href="http://instagram.com/vivendodefreela" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a> e <a href="https://www.linkedin.com/company/vivendo-de-freela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LinkedIn</a>. Nesses canais, compartilhamos muitas dicas para ter mais sucesso como freelancer e também para aproveitar todos os benefícios da carreira independente. É claro, também respondemos dúvidas. Só deixar elas aqui nos comentários do post 😃 </em></p>
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